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Austrália vai plantar um bilhão de árvores para combater aquecimento global

Para cumprir as metas climáticas estabelecidas pelo Acordo de Paris e colaborar com o combate ao aquecimento global, a Austrália anunciou que irá plantar um bilhão de árvores. O projeto será executado até 2050.



(Foto: Pixabay)


A medida pode remover mais de 16 milhões de toneladas de gases do efeito estufa por ano e é vista como um exemplo para muitos outros países que não estão cumprindo o acordo.

De acordo com um estudo feito pela ETH Zurich, na Suíça, uma ampla campanha de plantio de árvores em todo o mundo poderia reduzir significativamente os índices de dióxido de carbono na atmosfera, podendo anular até uma década de emissões.

O pesquisador Thomas Crowther, da ETH Zurich, afirma que as árvores são “nossa arma mais poderosa na luta contra as mudanças climáticas”.

Crowther e seus colegas pesquisadores consideram que a Terra conseguiria suportar o plantio de 1,2 trilhão de árvores, em parques, bosques e terras abandonadas de todo o planeta. Essa meta, caso alcançada, superaria qualquer outro método de combate às mudanças climáticas.

“É uma coisa bonita porque todos podem se envolver”, disse Crowther ao The Independent. “As árvores literalmente tornam as pessoas mais felizes em ambientes urbanos, melhoram a qualidade do ar, a qualidade da água, a qualidade dos alimentos, o serviço ecossistêmico, é uma coisa tão fácil e possível”, finalizou.

Fonte: Anda

http://www.anda.jor.br/2019/02/australia-vai-plantar-um-bilhao-de-arvores/?fbclid=IwAR1alHXkLWR0mMa6LcrxWIxzUxscjXwOxn-yQuZEMl-0Kno6VZfoSDlHjC8


A reciclagem na Suécia é tão revolucionária que eles estão ficando sem lixo

Por , em 21.11.2016



A Suécia está na liderança na gestão de resíduos sólidos urbanos, e dá exemplo ao resto do mundo. O país nórdico recicla 1,5 bilhão de garrafas e latas anualmente, uma quantidade impressionante para uma população de 9,3 milhões de pessoas. Os suecos produzem apenas 461 kg de lixo por ano (a média europeia é de 525 kg), e menos de 1% dessa quantidade acaba em aterros sanitários.
Essa ênfase na sustentabilidade, porém, tem trazido um problema para a produção de eletricidade do país. O lixo queimado em 32 instalações de incineração de resíduos produz energia elétrica e aquece casas no país. Se as usinas têm menos combustível, o país tem menos energia.
Este programa se chama resíduo-para-energia, e funciona da seguinte forma: fornalhas são carregadas com lixo, que é queimado a temperaturas entre 850 a 1000 °C, produzindo vapor. Este gás é usado para mover turbinas geradoras de eletricidade, que é transferida para a rede de energia elétrica.
Com este método, o país consegue reduzir toxinas que em aterros sanitários contaminariam o solo. “Quando o lixo fica em aterros, ele produz gás metano e outros gases do efeito estufa, e isso obviamente não é bom para o meio ambiente”, explica a diretora de comunicação da Administração de Resíduos da Suécia, Anna-Carin Gripwell.

Participação da população

Antes de ser incinerado, o lixo é separado pelos donos das casas e dos estabelecimentos comerciais das cidades. Resíduos que podem ser reciclados são separados e levados pelos cidadãos aos centros de coleta, que não ficam a mais de 300m das residências. Tudo o que pode ser consertado ou reaproveitado é levado para centros de reciclagem nos bairros distantes do centro das cidades.
A coleta de lixo no país é uma das mais rigorosas do mundo. Se o lixo orgânico não estiver de acordo com as especificações fornecidas pelo governo, ele não é recolhido. O contribuinte paga taxa de recolhimento do lixo proporcional à quantidade gerada, por isso os cidadãos controlam sua própria geração de lixo.

Assim, a quantidade levada às usinas, cerca de 50% do lixo produzido pelos suecos, é insuficiente para o pleno funcionamento das instalações, obrigando o país a importar 700 mil toneladas de lixo de locais como Reino Unido, Noruega, Irlanda e até Itália para garantir que a energia elétrica continue sendo gerada.

Rompimento de barragem no momento em Brumadinho. Vídeos Regates e Imagens



Rompimento de barragem no momento em Brumadinho.
Há possibilidade dos rejeitos atingirem o Centro de Brumadinho e o Rio Paraopeba;
Cidades de Juatuba, Mateus Leme,Brumadinho em alerta máximo;

Alguns vídeos e imagens de resgates com o rompimento de barragem em brumadinho / MG.












Internautas criam petição contra fusão dos ministérios do Meio Ambiente e Agricultura

Pelo menos dois abaixo-assinados foram criados após a confirmação da junção. Um deles já possui quase 600 mil assinaturas.

Iures Wagmaker
Redação Folha Vitória
31 de Outubro de 2018 às 10:59
Atualizado 31/10/2018 10:59:55
Foto: Divulgação

Após a confirmação da fusão dos ministérios do Meio Ambiente com a Agricultura, diversas entidades disponibilizaram, na internet, petições e abaixo-assinados que se posicionam contra a decisão da equipe de governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).
confirmação da fusão foi divulgada nesta terça-feira (30), pelo deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), confirmado como futuro ministro-chefe da Casa Civil e designado pelo presidente eleito coordenar as atividades de transição por parte do novo governo. Segundo o deputado, a nova gestão terá entre 15 e 16 ministérios.

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL DO AMIANTO

Uma Abordagem da Saúde do Trabalhador



Por ocasião do I Seminário Internacional do Amianto: uma Abordagem Sócio-Jurídica, ocorrido em Campinas/SP, houve a discussão da questão do amianto sob o enfoque social e jurídico. Social, diante da necessidade de alertar a sociedade brasileira sobre os riscos do amianto à saúde humana e da viabilidade de substituição da fibra cancerígena por tecnologias ambientalmente menos agressivas; jurídico, porque remanescia a discussão nos Tribunais sobre a constitucionalidade do uso do amianto crisotila no país, a despeito dos compromissos assumidos pela República Federativa do Brasil quando da ratificação das Convenções 139 e 162 da Organização Internacional do Trabalho.

O texto de abertura do website daquele evento iniciava-se da seguinte forma:“O debate sobre o amianto e suas consequências nefastas à saúde humana não é recente e ainda está longe de ser esgotado”. Passados menos de dois anos da realização do I Seminário Internacional do Amianto, é possível afirmar que as discussões em torno da questão evoluíram adequadamente e de maneira muito favorável à defesa da saúde da população, a ponto de, ao menos no plano jurídico, inexistirem dúvidas sobre a inconstitucionalidade do uso do amianto crisotila no nosso país. As recentes decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade 3937 e 3406, não deixam margem à dúvida: a questão do amianto foi definitivamente extirpada do mundo jurídico brasileiro.

A afirmação, embora juridicamente válida, muda a vida do trabalhador brasileiro acometido por Doenças Relacionadas ao Amianto – DRA? Como será o acolhimento e o tratamento deste trabalhador nos serviços de saúde? Conseguiremos, finalmente, pôr fim à invisibilidade desses cidadãos, criando sistemas de registro de doenças asbesto-relacionadas? Essas são algumas das questões que sobrevêm na atual conjuntura brasileira: a fase pós-banimento amianto.

A situação incomum vivenciada em nosso país, onde diversas questões, inclusive relacionadas à saúde da população acabam sendo definidas pelo Poder Judiciário, exige uma maior integração entre o mundo jurídico, o universo científico e a realidade social. Contudo, poucos são os espaços onde essa diversidade de saberes podem se encontrar e se integrar. Por essa razão, o II Seminário Internacional do Amianto: uma Abordagem da Saúde do Trabalhador, propõe que as barreiras sejam transpostas, com a aproximação de realidades tão distintas, mas ao mesmo tempo, tão próximas.

O reconhecimento da inconstitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal da lei que permitia a exploração econômica do amianto crisotila enseja celebração, pois é fruto do trabalho incansável dos movimentos sociais e sindicais, que se ergueram e permaneceram firmes desde a década de 1980, a destacar-se a ABREA e o DIESAT, aos quais se agregaram diversos atores sociais ligados à Saúde Pública e Coletiva, além do Ministério Público do Trabalho, os órgãos de classe da Magistratura do Trabalho e dos Procuradores do Trabalho.

Porém, devemos ter a consciência de que ainda há muito por fazer. Dessa fase pós-banimento do amianto, em que consolidamos um olhar multidisciplinar refinado e sensível para a relação entre os processos produtivos e as DRA, fica a responsabilidade de deixar um legado para as próximas gerações, que significa ampliar a percepção para os múltiplos riscos à saúde presentes no mundo do trabalho brasileiro, fortalecendo a certeza de que os esforços coletivos são capazes de realizar a mudança que almejamos ver em todas as dimensões na sociedade brasileira.

Água que abastece comunidades do nordeste do Pará está contaminada por material tóxico


Água que abastece comunidades do nordeste do Pará está contaminada por material tóxico Instituto Evandro Chagas analisou amostras de água e confirmou o vazamento de rejeitos da da maior produtora de alumínio do mundo, a Hidro Alunorte, em Barcarena.


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Dúvida da Semana: a Área de Preservação Permanente – APP presente no meu terreno pode entrar no somatório da área de reserva legal?

Dúvida da Semana: a Área de Preservação Permanente – APP presente no meu terreno pode entrar no somatório da área de reserva legal?

09fev

O que são estas áreas?
Reserva Legal é a área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, que tem a função de assegurar o uso econômico de modo sustentável dos recursos naturais deste  imóvel.
Conforme estabelece a Lei Federal 12.651/12  (Código Florestal) em seu artigo 12, deve ser mantido uma cobertura de vegetação nativa, observando os percentuais mínimos em relação à área do imóvel, sendo de 20%, 35% ou 80% em áreas localizadas na Amazônia Legal, separadas da seguinte forma:
  • 20% para imóvel situado em área de campos gerais;
  • 35% em áreas de cerrado;
  •  80% em área de florestas.

Nas demais regiões do país a área destinada a constituir Reserva Legal é 20% do imóvel.
Já Área de Preservação Permanente (APP) são locais protegidos, cobertos ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas, sendo considerado tanto em zona rural quanto urbana. O artigo 4º do Código Florestal define quais são as áreas consideradas APP.
Mas se houver em meu imóvel rural Área de Preservação Permanente; posso utilizar desta área para compor ou somar minha Reserva Legal?
A resposta para esta pergunta é, DEPENDE. Isso porque, a princípio, realmente não se pode compensar Reserva Legal, a qual está obrigado a manter em seu terreno, utilizando-se de APP que ali também se encontra. Porém, conforme estabelece o Código Florestal, desde que se atenda certos requisitos, o proprietário ou possuidor de um terreno poderá sim utilizar de APP, que se encontra em seu imóvel, como Reserva Legal.
Quais são estes requisitos?
Será admitido o cômputo das Áreas de Preservação Permanente no cálculo do percentual da Reserva Legal do imóvel, desde que cumpra os seguintes requisitos (artigo 15 do Código Florestal): I – o benefício previsto neste artigo não implique a conversão de novas áreas para o uso alternativo do solo; II – a área a ser computada esteja conservada ou em processo de recuperação, conforme comprovação do proprietário ao órgão estadual integrante do Sisnama; e III –  o proprietário ou possuidor tenha requerido inclusão do imóvel no Cadastro Ambiental Rural – CAR, nos termos desta Lei.
Por Felipe Lafetá.

Fonte: IUS NATURA


Dia 14 de Agosto: Dia do combate à poluição

Dia 14 de Agosto: Dia do combate à poluição

Em busca de conscientizar a população e debater medidas de controle da poluição, foi instituído o dia 14 de agosto como o Dia do Combate à poluição. 

O que é poluição? 

Poluição é um substantivo da língua portuguesa. Sua raiz vem do verbo latino polluere, que quer dizer “sujar” ou “tornar impuro”. De maneira resumida, poluição é a introdução de qualquer substância que normalmente não existe no ecossistema e à qual os organismos não estão adaptados. 

No Brasil, a definição jurídica de poluição é dada pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente

A degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente:
a) prejudiquem a saúde, a segurança e o bem estar da população;
b) criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
c) afetem desfavoravelmente a biota;
d) afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
e) lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos; 

Temos por senso comum considerar como poluição apenas o descarte incorreto de resíduos e o lançamento de poluentes na atmosfera. No entanto, conforme citação da Lei Federal 6.938/81, o conceito de poluição é muito mais amplo. Estão entre os principais tipos de poluição:

  • Poluição da água
  • Poluição radioativa
  • Poluição visual
  • Poluição sonora
  • Poluição atmosférica
  • Poluição do solo 


Como posso fazer minha parte no combate à poluição?

Para cada cidadão, pessoa física, temos algumas medidas que, se seguidas por todos, podem ser efetivas no combate à poluição. Cito algumas medidas básicas: 

  • Pegue carona, use mais o transporte público; 
  • Recicle; 
  • Separe o lixo limpo; 
  • Não despeje óleo de fritura na pia da cozinha; 
  • Reaproveite embalagens sempre que possível; 
  • Não jogue o lixo em praias, rios e vias públicas; 
  • Procure os eco pontos para descarregar eletrodomésticos velhos e outros; 


O que as empresas podem fazer? 

No ambiente corporativo, além das medidas citadas acima, a adoção de um Sistema de Gestão Ambiental baseado na ISO 14001atua de forma concreta no combate e prevenção a poluição. A NBR ISO 14001 define o termo “prevenção à poluição” como o uso de processos, práticas, técnicas, materiais, produtos, serviços ou energia para evitar, reduzir ou controlar (de forma separada ou combinada) a geração, emissão ou descarga de qualquer tipo de poluente ou rejeito, para reduzir os impactos ambientais adversos. 

O fato é que você, empresário ou cidadão comum, tem todas as ferramentas para fazer sua parte no combate à poluição. Seja sustentável, faça sua parte! 

Fonte: IUS NATURA

Combustíveis Fósseis

Os combustíveis fósseis incluem o petróleo e seus derivados, o carvão mineral e o gás natural, todos formados pela decomposição de organismos vivos.

Publicado por: Jennifer Rocha Vargas Fogaça em Combustíveis

Refinaria de petróleo onde são obtidos os derivados deste que é o combustível fóssil mais usado atualmente

Atualmente a maior parte da demanda mundial de energia (cerca de 75%) é suprida por meio da utilização de combustíveis fósseis, que são aqueles originados da decomposição de organismos animais e vegetais durante milhares de anos em camadas profundas do solo ou do fundo do mar. Os principais combustíveis fósseis são o petróleo, o gás natural e o carvão.

O uso dos combustíveis fósseis começou principalmente em meados do século XVIII com o advento da Revolução Industrial. O primeiro combustível fóssil que se tornou a fonte de energia mundial mais importante foi o carvão mineral, também chamado de carvão natural. Nessa época, o calor gerado na sua queima era utilizado na produção de vapor que movimentava máquinas, locomotivas e navios.

O carvão mineral é formado pela fossilização da madeira, que vai perdendo água, dióxido de carbono e metano com o passar do tempo, o que produz uma mistura de substâncias complexas ricas em carbono.

No entanto, havia vários inconvenientes, como a dificuldade no transporte, as cinzas que ficavam como resíduos e, principalmente, o fato de ser altamente poluente porque possui muitas impurezas, entre eles o enxofre. Assim, ao ser queimado, além dos produtos normais oriundos da combustão que falaremos mais adiante e que já geram poluição, o carvão mineral libera também grande quantidade de óxidos de enxofre que reagem com a água da chuva e formam a chuva ácida.

Hoje o carvão corresponde a 6% da oferta de energia primária no Brasil.

O carvão mineral é um combustível fóssil

Produção de lixo - Gestão Sustentável

Resultado de imagem para Aterro sanitário


Se, em 2013, 41,7% do lixo era depositado em locais considerados inadequados ( lixões e aterros controlados), em 2014, essa parcela foi de 41,6% -redução de apenas 0,1 ponto percentual.

Nos últimos 11 anos, o aumento da geração de lixo no país foi muito maior do que o crescimento populacional. De 2003 a 2014, a geração de lixo cresceu 29%, enquanto a taxa de crescimento populacional foi de 6%.

Mesmo com retração econômica, o ano de 2014 registrou um aumento da produção de lixo por pessoa em comparação ao ano anterior.

Cada brasileiro produziu em média 1,062 kg de resíduos sólidos por dia. Ao longo do ano, foram 387,63 kg de lixo per capita, aumento de 2% em relação a 2013.

Ao todo, foram produzidos 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos no Brasil durante o ano de 2014.

Os dados são do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil de 2014, da Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais ( Abrelpe).





Países assinam acordo do clima de Paris nesta sexta, na sede da ONU

Após assinarem, países ainda precisam fazer aprovações internas.
Pacto prevê esforço global contra mudanças climáticas e seus efeitos.



Mais de 150 países devem assinar nesta sexta-feira (22) o acordo sobre mudanças climáticas fechado em dezembro do ano passado em Paris, durante a COP 21.
A assinatura acontecerá em uma cerimônia na sede da ONU, em Nova York, na qual se espera a presença de mais de 60 chefes de Estado e de governo, entre eles a brasileira Dilma Rousseff. Nunca antes na história da organização se tinha alcançado um número tão alto de países que assinam uma convenção internacional no primeiro dia em que fica aberta para assinatura.
Entre os signatários estarão algumas das maiores potências industriais do mundo e vários dos principais emissores de gases do efeito estufa, como China, Estados Unidos, Índia, Japão e vários países da União Europeia.
O acordo é o primeiro pacto universal de luta contra a mudança climática de cumprimento obrigatório e determina que seus 195 países signatários ajam para que a temperatura média do planeta sofra uma elevação "muito abaixo de 2°C", mas "reunindo esforços para limitar o aumento de temperatura a 1,5°C".
Participantes da COP 21 assistem a painel sobre ciência em Paris (Foto: AP Photo/Michel Euler)Acordo é resultado das negociações da COP 21, realizada em Paris (Foto: AP Photo/Michel Euler)

Processo de adesão

A adoção do texto de Paris, que colocou fim a anos de complexas e trabalhosas negociações, "não quer dizer que as partes aderem automaticamente ao acordo", lembra Eliza Northrop, do World Resources Institute.

Ainda são necessárias duas etapas: a assinatura (aberta desta sexta-feira até abril de 2017) e a ratificação em função das regras nacionais (votação pelo parlamento, decreto, etc). Formalmente, para entrar em vigor, o acordo de Paris precisa ser ratificado por 55 países que representem 55% das emissões mundiais de gases de efeito estufa.
Alguns países indicaram que depositarão os instrumentos de ratificação imediatamente depois da assinatura da convenção, no próprio dia 22 de abril, enquanto em muitas nações se requer a aprovação parlamentar.
"Uma entrada em vigor rápida", talvez em 2017 ou 2018, "permitiria enviar uma mensagem política", afirma Laurence Tubiana, negociadora francesa.
"Para aplicá-lo, os Estados devem agora organizar sua transição energética, que passa por uma reorientação dos investimentos", resume Celia Gautier, da ONG Réseau Action Climat (ONG).

VEJA OS PRINCIPAIS PONTOS DO ACORDO DO CLIMA DE PARIS
- Países devem trabalhar para que aquecimento fique muito abaixo de 2ºC, buscando limitá-lo a 1,5ºC
- Países ricos devem garantir financiamento de US$ 100 bilhões por ano
- Não há menção à porcentagem de corte de emissão de gases-estufa necessária
- Texto não determina quando emissões precisam parar de subir
- Acordo deve ser revisto a cada 5 anos

Acordo inédito

O Acordo de Paris foi  primeira vez que se atinge um consenso global em um acordo em que todos os países reconhecem que as emissões de gases do efeito estufa precisam ser desaceleradas e, em algum momento, comecem a cair.

Cientistas criticam a ausência de metas específicas de cortes de emissão para períodos de longo prazo – de 2050 --, mas o acordo deixa em aberto a possibilidade de que essas sejam estabelecidas posteriormente, com "a melhor ciência possível".
O tratado não determina com precisão até quando as emissões precisam parar de subir e começar a cair, mas reconhece o pico tem de ocorrer logo.
"As partes do acordo visam atingir um pico global nas emissões de gases de efeito estufa assim que possível, reconhecendo que o pico levará mais tempo para países em desenvolvimento", diz o texto.
O documento ainda conclama os países a "adotarem reduções rápidas a partir de então, de acordo com a melhor ciência disponível, de modo a atingir um equilíbrio entre as emissões antropogênicas por fontes [queima de combustíveis fósseis] e pela remoção por sorvedouros de gases de efeito estufa na segunda metade deste século."
Financiamento

Também está incluído o compromisso de países ricos de garantirem um financiamento de ao menos US$ 100 bilhões por ano para combater a mudança climática em nações desenvolvidas a partir de 2020, até ao menos 2025, quando o valor deve ser rediscutido.

O acordo também inclui um mecanismo para revisão periódica das promessas nacionais dos países para rever suas metas de desacelerar as emissões do efeito estufa, que não atingem hoje nem metade da ambição necessária para evitar o aquecimento de 2°C.
Tanto o financiamento quanto a ambição terão de ser revistos de cinco em cinco anos. A primeira reunião para reavaliar o grau de ambição dos cortes é prevista para 2023, mas em 2018 deve ocorrer um encontro que vai debatê-las antecipadamente.
Proposta final de texto da COP 21 agora é analisada pelos representantes de 195 países (Foto: Miguel Medina/AFP)
Proposta final de texto da COP 21: texto foi aprovado pelos 195 países (Foto: Miguel Medina/AFP)
Outro ponto crucial do acordo foi o estabelecimento de um mecanismo de compensação por perdas e danos causados por consequências da mudança climática que já são evitáveis. Muitos países pobres e nações-ilhas cobravam um artigo especial no tratado para isso, e foram atendidos.
Países emergentes lutaram muito durante as negociações contra que fossem obrigados a dar contribuições junto com países ricos. No final, a obrigação ficou apenas com países ricos.

"Países desenvolvidos parte do acordo devem fornecer recursos financeiros para auxiliar países em desenvolvimento com relação a mitigação e adaptação", diz texto do acordo. "Outras partes são encorajadas a pover e continuar a prover tal suporte voluntariamente."

Desfazendo o nó?

A partir desta sexta, o acordo precisa ser submetido, a "ratificação, aceitação ou aprovação” dentro de cada país. Isso significa que, em países como os Estados Unidos --onde o Congresso de maioria republicana resiste em aprovar medidas de corte de emissão, as decisões podem ser implementadas por decretos presidenciais --- sem a aprovação de leis no sentido estrito, envolvendo decisões do poder legislativo.
 Laurent Fabius (centro), presidente da COP 21, comemora a aprovação do acordo do clima neste sábado  (Foto: Reuters/Stephane Mahe)
Laurent Fabius (centro), presidente da COP 21, comemora a aprovação do acordo do clima neste sábado (Foto: Reuters/Stephane Mahe)


Esse subterfúgio jurídico desfaz um nó que durou décadas na negociação do acordo do clima, com a União Europeia, o Brasil e outros grandes emissores exigindo um acordo "legalmente vinculante", e os EUA se esquivando.
Além disso, alguns dispositivos foram colocados fora do documento do acordo e entraram no texto de "decisão" da COP 21. Esses elementos não precisam de aprovação doméstica nos países, porque são emendas à "Convenção do Clima", já assinada e ratificada pelas 195 nações em 1992.
Os principais objetivos com relação a financiamento, por exemplo, estão expressos neste instrumento.
A forma jurídica híbrida do acordo do clima foi a maneira que os articuladores do acordo propuseram para tentar implementar um documento forte.
 Público presente na COP 21 comemora decisão de aprovação do acordo do clima (Foto:  François Guillot/AFP Photo)
Público presente na COP 21 comemora decisão de aprovação do acordo do clima (Foto: François Guillot/AFP Photo)

Este é o futuro que não queremos! "Norte da China, mais uma vez em alerta por causa da poluição sufocante"

Alunos da escola primária aprendendo o que fazer para se proteger da poluição atmosférica em Huhhot, capital da Região Autônoma da Mongólia. Escolas foram aconselhadas a fechar e moradores devem evitar atividades ao ar livre.

A China é o maior emissor de gases poluentes no mundo, superando os Estados Unidos. No território Chinês, são milhões de carros, e centenas de fábricas poluentes fruto de um país em desenvolvimento baseado na economia intensiva em carbono e de uma matriz energética fortemente baseada no carvão e petróleo, com baixa eficiência energética.

Ontem, moradores ao norte da China, foram alertados para se prepararem para uma onda de poluição sufocante que chega a região neste fim de semana, sendo que Beijing será a área mais afetada, por isso estará em alerta vermelho.

Incêndio de grandes proporções atinge galpão no Pari

Corpo de Bombeiros deslocou vinte e uma viaturas para o local




Bombeiros tentam controlar as chamas em galpão no Pari (Foto: Reprodução/Globo)

6.dez.2014 por Veja São Paulo


Um galpão que estocava roupas na Rua Carnot, na região do Pari, no Centro, está sendo consumido pelo fogo desde o meio-dia deste sábado (6). O Corpo de Bombeiros enviou nove viaturas para o local a fim de tentar conter as chamas, que já derrubaram parte do telhado do estabelecimento.
Um incêndio atinge um galpão na região central de São Paulo no começo da tarde deste sábado (6). O imóvel fica na Rua Carnot, no Pari. 
(Foto: Sigmapress/Folhapress)

A polícia Militar informou que recebeu um chamado por volta das 12h30 para o incêndio. Ainda não há informações dos bombeiros sobre o que teria provocado as chamas e nem sobre possíveis vítimas no local. Sessenta e dois agentes trabalham para que o fogo não se alastre para os prédios ao lado.

Segundo informações do SPTV, por volta das 12h50 os bombeiros ainda não haviam conseguido entrar no local para conter as chamas.

Fonte : Veja São Paulo / Abril

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Fonte: INCENDIO NO PARI CBOtvnews

Publicado em 8 de dez de 2014


O incendio começou por volta do meio dia de sabado 06 de dezembro de 2014 segundo informações não houve vitma. as chamas ja eram muito altas quando a equipe de reportagem da CBO chegou no local


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Cetesb recomenda reabertura da USP Leste

A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) recomendou a liberação do campus Leste da Universidade de São Paulo (USP), interditado há seis meses por problemas ambientais. A reabertura do terreno, entretanto, ainda depende de autorização da Justiça.

Atualmente os cerca de 5 mil professores, funcionários e alunos estão em prédios alugados de uma instituição particular e uma Faculdade de Tecnologia (Fatec). Os contratos vencem em 31 de julho e a reitoria afirma não ter "plano B" para a volta às aulas, prevista para 4 de agosto de acordo com o calendário oficial da universidade.
De acordo com calendário oficial da USP, aulas voltarão em 4 de agosto; 
câmpus Leste estáinterditado há mais de seis meses

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,cetesb-recomenda-reabertura-do-campus-da-usp-leste,1532373

Incêndio destrói fábrica em Cotia, na Grande SP

Um incêndio de grandes proporções atingiu uma fábrica de lubrificantes industriais em Cotia, na Grande São Paulo, na madrugada do último dia 01.07 (terça-feira). Segundo o Corpo de Bombeiros, a área de aproximadamente 500 metros quadrados da empresa Iogo foi consumida pelas chamas, que foram controladas por volta das 5h. Não há registro de feridos.

As chamas afetaram principalmente a linha de produção, onde estão armazenados produtos químicos e todo o maquinário da empresa. Mais de 10 viaturas dos bombeiros de Cotia e cidades vizinhas como Osasco e Barueri trabalharam no combate ao fogo, que teve início por volta das 0h30.

Resíduos e Coleta Seletiva

O que é coleta seletiva.

Coleta seletiva de lixo é um processo que consiste na separação e recolhimento dos resíduos descartados por empresas e pessoas. Desta forma, os materiais que podem ser reciclados são separados do lixo orgânico (restos de carne, frutas, verduras e outros alimentos). Este último tipo de lixo é descartado em aterros sanitários ou usado para a fabricação de adubos orgânicos.

Importância
A coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Além de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresa, também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez que diminui a poluição dos solos e rios. Este tipo de coleta é de extrema importância para o desenvolvimento sustentável do planeta.

Principais formas de coleta seletiva

Porta a Porta
Veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal de lixo. Os moradores colocam os recicláveis nas calçadas, acondicionados em contêineres distintos.

PEV
O PEV (Postos de Entrega Voluntária) utiliza contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos físicos no município, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis.

Postos de Troca
Troca do material a ser reciclado por algum bem.

PICs
Outra modalidade de coleta é a PICs, Programa Interno de Coleta Seletiva, que é realizado em instituições públicas e privadas, em parceria com associações de catadores.

Reciclagem

No sistema de coleta seletiva, os materiais recicláveis são separados em: papéis, plásticos, metais e vidros. Existem indústrias que reutilizam estes materiais para a fabricação de matéria-prima ou até mesmo de outros produtos.

Cores da reciclagem

Cada país possuí sua própria simbologia, mas no Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas, com o objetivo facilitar a etapa de triagem dos resíduos que serão encaminhados à reciclagem de, padronizou as seguintes cores:
Azul - Papel/Papelão
Amarelo - Metal
Verde - Vidro
Vermelho - Plástico
Marrom - Orgânico
Cinza - Lixo contaminado que não será encaminhado à reciclagem
Preto - Madeira
Branco - Lixo hospitalar/ saúde
Laranja - Resíduos Perigosos
Roxo - Resíduos Radioativos

Artistas ficam pendurados sobre o Arroio Dilúvio para alertar sobre poluição das águas

Intervenção cultural chamou a atenção de porto-alegrenses na manhã desta sexta-feira
Artistas ficam pendurados sobre o Arroio Dilúvio para alertar sobre poluição das águas Fernando Gomes/Agencia RBS
Casal de artistas deve permanecer sobre o córrego até o início da tardeFoto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Roberto Azambuja

roberto.azambuja@zerohora.com.br

Uma intervenção cultural na ponte da Avenida João Pessoa, em Porto Alegre, chama a atenção na manhã desta sexta-feira. Artistas do projeto Ecopoética estão pendurados dentro de uma rede repleta de lixo sobre o Arroio Dilúvio. Eles devem permanecer no local até as 13h30min.

Esgoto industrial ilegal enche 2 Ibirapueras por dia em SP


O setor industrial é um dos maiores consumidores de água potável do planeta, respondendo por 20% da demanda total. A mesma proporção se aplica ao Brasil e ao seu maior polo de riqueza nacional, a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). No entanto, nem toda a água que sai das indústrias em forma de esgoto retorna limpa para o meio ambiente, como deveria acontecer.

Pelo contrário. A cada hora, as indústrias paulistas descartam cerca de dez milhões de efluentes cheios de resíduos tóxicos e sem tratamento algum nos rios e lagos dos municípios de São Paulo.
Por dia, o descarte ilegal de esgoto industrial daria para encher dois lagos do Parque Ibirapuera. Os dados são de um estudo, divulgado no último dia 27.02 (quinta-feira), feito pela Grupo de Economia da Infraestrutura e Soluções Ambientais, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em tempos de “águas magras” nos reservatórios que abastecem a região, os números alarmantes de despejo ilegal de efluentes ganham contornos ainda mais preocupantes.
Embora o volume do descarte industrial seja inferior ao total de esgotos residenciais que deixa de ser coletado e tratado pelas redes públicas, seu efeito nocivo ao meio ambiente pode ser equivalente ou até pior. Estima-se que cada litro de esgoto industrial seja, em média, 6,6 vezes mais poluidor do que os esgotos residenciais.
“É paradoxal que na Região Metropolitana de São Paulo, onde o ‘stress’ hídrico é comparável à de algumas regiões do sertão nordestino, continuemos a poluir nossos mananciais com efluentes tão perigosos", afirma Gesner Oliveira, coordenador da pesquisa e ex-presidente da Sabesp.

 
Eco Harmonia