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sexta-feira, 19 de julho de 2024 Piracicaba marca retirada de milhares de peixes mortos da APA do Tanquã

  


 A limpeza deve ser realizada com um trator aquático nesta sexta-feira (19)


POR DA REDAÇÃO


Prefeitura de Piracicaba (SP) definiu nesta quinta-feira (18) a empresa privada que irá fazer a retirada dos peixes mortos da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tanquã, conhecido como minipantanal paulista. A limpeza deveria ter começado na quinta (18), mas foi adiada, e deve começar na manhã desta sexta-feira (19), com a ajuda de um trator aquático, equipamento capaz de fazer a retirada dos animais mortos da água. 
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A empresa escolhida para fazer o trabalho é a Ambiental Piracicaba, a mesma que realiza a coleta de lixo da cidade. Existem pelo menos seis pontos de concentração de peixes mortos no minipantanal. Segundo a prefeitura, a expectativa é que sejam retirados ainda mais peixes do que a limpeza no Rio Piracicaba, na qual foram retiradas cerca de 3 toneladas

A operação de limpeza e de apuração da mortandade vai ser coordenada pela Polícia Militar Ambiental. Ao todo, 14 barcos devem ser usados no trabalho, além de outras máquinas, como o hidrotractor. Um QG será montado em um ponto do Tanquã, em São Pedro (SP), para ordenar os trabalhos.
O trator aquático será usado para levar os peixes mortos para margem, então retirados do rio e levados em caminhões de lixo para um local de descarte adequado.

Cetesb espera análises para multar usina por peixes mortos

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) aguarda a conclusão das análises laboratoriais das amostras recolhidas no Rio Piracicaba para definir a penalidade, que pode chegar a R$ 50 milhões, a ser aplicada à Usina São José, acusada de ser a responsável pela morte de milhares de peixes. Essa decisão deve sair nesta sexta-feira (18). A usina afirma que “as insinuações de envolvimento nessa ocorrência são precoces e não têm, até agora, qualquer comprovação ou fundamento”.

Segundo a Companhia Ambiental, na segunda-feira (15) foi realizada uma inspeção e a medição de oxigênio no Córrego da Pinga e que técnicos já constataram que este curso d’água também foi contaminado pelo descarte irregular de resíduos industriais lançados pela usina na semana passada, provocando mais mortes de peixes na região do bairro Tanquã, onde há um minipantanal que é uma área de proteção ambiental.

Também por meio de nota, a Usina São José S/A Açúcar e Álcool declarou que cinco inspeções foram realizadas por técnicos da Cetesb nas dependências da empresa e que “nada foi informado à usina formalmente que explique o motivo ou a origem da mortalidade de peixes registrada nos últimos dias”

A empresa disse, ainda, que “considera precipitadas as notícias divulgadas nos últimos dias, citando poluentes que teriam sido liberados no Ribeirão Tijuco Preto e chegado ao Rio Piracicaba” e que está colaborando com todas “as informações e acessos solicitados para garantir uma investigação transparente e justa, que leve às causas desse incidente”.

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) solicitou à Cetesb um relatório conclusivo com os resultados das análises, o quantitativo de peixes mortos e, também, a tomada de providências imediatas da apuração das causas e dos possíveis responsáveis pelo desastre ambiental, além da adoção das medidas administrativas e criminais pertinentes.

A Prefeitura de Piracicaba informou que vai realizar a recolha dos resíduos – peixes mortos - da região do Tanquã. Os trabalhos serão iniciados nos próximos dias, a fim de diminuir os possíveis danos ambientais.

Histórico da mortandade de peixes

Na manhã do domingo (7), o Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) identificou alterações na oxigenação das águas do rio, às 4h, e agravamento às 6h, por meio da estação de monitoramento da autarquia. Depois, a Simap (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Meio Ambiente) constatou irregularidades nas águas, quando os peixes começaram a aparecer mortos.


Os peixes mortos foram encaminhados para a terceirizada responsável, a Piracicaba Ambiental, que fez o descarte correto, para não permitir a contaminação do solo ou da água.

Além disso, a Prefeitura também acionou o Ministério Público para que notifique a Prefeitura de Rio das Pedras, onde a usina está localizada.

prefeito Luciano Almeida, que atualmente é também presidente dos Comitês PCJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí), solicitou à Cetesb autorização para instalação de três novas estações de monitoramento, sendo nos rios Atibaia e Jaguari e no ribeirão Tijuco Preto.

Fonte: Band

Desastre no Rio Piracicaba matou pelo menos 235 mil peixes

 Por Roberto Gardinalli | roberto.gardinalli@jpjornal.com.br

 Tempo de leitura: 1 min


Em nota oficial, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) informou que o desastre natural no Rio Piracicaba e Tanquã resultou na morte de pelo menos 235 mil espécimes de peixes na área atingida pela poluição. A companhia divulgou, nesta sexta-feira (19), o laudo técnico que fundamenta a multa aplicada à Usina São José. A empresa foi multada em R$ 18 milhões pelos danos causados.

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“O incidente resultou na morte de mais de 235 mil espécimes de peixes (em estimativas conservadoras) na região urbana de Piracicaba em 7 de julho e na Área de Proteção Ambiental (APA) Tanquã em 15 de julho”, citou em nota. A Cetesb informou, ainda, que foi identificada a relação direta entre o extravasamento do poluente e os dois episódios de mortandade de peixes. Além disso, a pena aplicada à empresa tem como agravante a omissão do acidente. “Além da multa, a cetesb estabelecerá exigências técnicas e medidas corretivas por parte da usina”, completou.


Fonte: JP o seu Jornal



Cetesb multa usina em R$ 18 milhões por mortandade de peixes

 Por André Thieful |

 Tempo de leitura: 1 min



A Cetesb (Agência Ambiental do Estado de São Paulo) multou em R$ 18 milhões a Usina São José S/A Açúcar após evento que causou a mortandade de mais de 235 mil espécimes de peixes e atingiu área de proteção ambiental. 

Saiba mais

A Agência vai dar detalhe dos laudos e da operação da retirada de peixes que atingiu APA (Área de Preservação Ambiental), especialmente a região do Tanquã, conhecido como mini pantanal paulista, na coletiva de imprensa que será realizada nesta sexta-feira (19), no auditório da Secretaria Municipal de Educação, de Piracicaba.

Limpeza

A Prefeitura de Piracicaba iniciou operação para retirada dos peixes mortos no bairro Tanquã, distante 60 km da cidade e atingido pela descarga irregular de resíduos no rio Piracicaba. Toneladas de peixes de várias espécies, entre dourados, mandis, curimbatás e outros, apareceram mortos nas lagoas do Tanquã, bairro de pescadores e conhecido como minipantanal paulista, na segunda-feira (15). Imediatamente, a Prefeitura iniciou um plano de limpeza para o local. A retirada começa nesta sexta-feira (19). Uma estrutura de apoio às equipes será montada na Chácara Estrela.

Participam da operação as secretarias municipais de Infraestrutura e Meio Ambiente (Simap), Governo, Obras e Zeladoria e a Defesa Civil, com colaboração da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) - que identificou como causadora do descarte irregular a Usina São José -, da Polícia Militar Ambiental, que a nomeou como Pindi-Pirá, que significa “limpa peixe”, e de pescadores do Tanquã.


Fonte: JP o seu Jornal


Para que servem os diques ou bacias de contenção para produtos químicos?

PARA QUE SERVEM OS DIQUES OU BACIAS DE CONTENÇÃO PARA PRODUTOS QUÍMICOS


Empresas, armazéns, portos e aeroportos que trabalham com tanques de produtos químicos, perigosos ou não, precisam ter diversos cuidados com seu patrimônio e garantir a segurança de profissionais e do meio ambiente.

Para unir conforto, praticidade e maior estabilidade para sua empresa e seus produtos, com o passar do tempo, foram desenvolvidas novas tecnologias que resguardam seus tanques.

Criados exatamente para isso, os diques de contenção secundária tornaram-se uma das maiores estratégias de contenção e prevenção de acidentes químicos envolvendo vazamentos de produtos.

O intuito é utilizar os diques evitando que os produtos entrem em contato com o solo, prejudicando sua empresa, funcionários e o meio ambiente. Suas funções são diversas e auxiliam de inúmeras maneiras.

Por isso, elaboramos um guia informativo útil e acessível para que você entenda como eles funcionam, quais os requisitos para instalação e benefícios, uma vez que operam de maneira efetiva e segura.
Diques ou bacias de contenção – uma alternativa que resguarda seus produtos químicos e o meio ambiente

A legislação ambiental brasileira é uma das mais eficazes de todo o mundo e por um motivo sólido: com tanta diversidade de flora, fauna e solos férteis, o derramamento de produtos tóxicos causaria severas consequências para todos.

Esse motivo já é o suficiente para que haja um rígido controle tanto na formação de profissionais da área como na adoção de ferramentas que impeçam acidentes.

Fogo é melhor prevenir que apagar incêndios - Cartilha Ilustrada Download gratuitamente

Fogo é melhor prevenir que apagar incêndios

Aprenda a se proteger das ameaças
das queimadas e outros riscos com fogo

Como você já deve saber, nem sempre o fogo é nosso amigo, seja por mau uso ou acidentes. E um dos mais graves riscos são as queimadas. Por isso, preste atenção nas dicas e alertas para evitar incêndios nas matas e plantações.
Com o fogo, todo cuidado é pouco.



Chuvas deixam pelo menos 15 mortos em SP

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, subiu para 15 o número de mortes em ocorrências causadas pela forte chuva que atingiu a região metropolitana de São Paulo, a partir da noite de ontem e durante a madrugada.
Por Felipe Pontes e Daniel Mello, da Agência Brasil – 
Quatro pessoas morreram no município de Mairiporã e outras nove morreram em Francisco Morato, todas vítimas de soterramentos, de acordo com informações atualizadas da corporação, que realizou buscas durante toda a madrugada. Em Guarulhos, duas pessoas morreram vítimas de afogamento.
No município de Francisco Morato, um deslizamento atingiu uma casa na Rua Irã, no bairro de Jardim Santa Rosa, durante a madrugada. Inicialmente, o Corpo de Bombeiros informou que três pessoas morreram no local. Informações atualizadas, no entanto, dão conta de que elas foram resgatadas com vida. Em Jardim Ângela, na capital paulista, outras quatro pessoas foram retiradas com vida de um deslizamento.
Deslizamento em Francisco MoratoImagens de divulgação/Defesa Civil-SP
Deslizamento em Francisco MoratoImagens de divulgação/Defesa Civil-SP

Prejuízos
Na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) a inundação causou perda de alimentos. Na manhã de hoje, o pavilhão das melancias ainda estava interditado. O Ceagesp informou que, quando o alagamento atingiu as áreas onde ficam os comerciantes, a equipe de fiscalização da companhia agiu para remover as pessoas do local.
“A Companhia reforça que o alagamento ocorreu por conta do volume em excesso de água, que veio do Rio Pinheiros e inundou suas galerias pluviais, que são limpas periodicamente pelo serviço de manutenção da empresa”, acrescenta o comunicado do Ceagesp.
O Rio Pinheiros também transbordou próximo à Ponte Cidade Universitária, na zona oeste, e à Ponte Engenheiro Ary Torres, na zona sul. O Rio Tietê também transbordou na altura da Ponte Dutra e Ponte do Limão, na zona norte da cidade.
Previsão
Para esta sexta-feira, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) prevê a ocorrência de chuva intermitente na capital paulista. Ao longo do dia, o sol deve aparecer e elevar as temperaturas. De acordo com o CGE, “as instabilidades que atuavam na Capital Paulista já se deslocaram para o Sul de Minas Gerais, Vale do Paraíba e Rio de Janeiro”. Segundo o centro, nos próximos dias o tempo segue instável, com períodos de sol e chuvas durante a tarde
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Lixo hospitalar é jogado a céu aberto no interior de SP

Uma grande quantidade de lixo hospitalar foi encontrada no último dia 23.06 (segunda-feira), em Presidente Prudente, no oeste do Estado de São Paulo. Ao menos dois hospitais são suspeitos e os responsáveis serão ouvidos na semana que vem.

"Descartaram o lixo a céu aberto à beira de uma estrada vicinal perto do aeroporto", acusa André Luís Felício, de 47 anos, promotor do Meio Ambiente Urbano do Ministério Público Estadual(MPE).
Até bolsa de sangue foi achada entre agulhas, ampolas, seringas, luvas, máscaras e outros materiais usados em hospitais.

A Importância das Matas Ciliares e Políticas Públicas.

As matas ciliares são um tipo de cobertura vegetal, que fica às margens de lagos, rios, igarapés, nascentes e represas, e esse nome vêm do fato de serem tão importantes para a proteção de rios e lagos tal como os cílios para os nossos olhos. São conhecidas também como mata de galeria, vegetação ribeirinha ou vegetação ripária.


As matas ciliares são fundamentais para o equilíbrio ecológico, oferecendo proteção para as águas e o solo, reduzindo o assoreamento e a força da águas que chegam a rios ,lagos e represas, mantendo a qualidade da água e impedindo a entrada de poluentes para o meio aquático. Formam, além disso, corredores que contribuem para a conservação da biodiversidade; fornecem alimento e abrigo para a fauna; constituem barreiras naturais contra a disseminação de pragas e doenças da agricultura; e, durante seu crescimento, absorvem e fixam dióxido de carbono, um dos principais gases responsáveis pelas mudanças climáticas que afetam o planeta.

Esgoto industrial ilegal enche 2 Ibirapueras por dia em SP


O setor industrial é um dos maiores consumidores de água potável do planeta, respondendo por 20% da demanda total. A mesma proporção se aplica ao Brasil e ao seu maior polo de riqueza nacional, a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). No entanto, nem toda a água que sai das indústrias em forma de esgoto retorna limpa para o meio ambiente, como deveria acontecer.

Pelo contrário. A cada hora, as indústrias paulistas descartam cerca de dez milhões de efluentes cheios de resíduos tóxicos e sem tratamento algum nos rios e lagos dos municípios de São Paulo.
Por dia, o descarte ilegal de esgoto industrial daria para encher dois lagos do Parque Ibirapuera. Os dados são de um estudo, divulgado no último dia 27.02 (quinta-feira), feito pela Grupo de Economia da Infraestrutura e Soluções Ambientais, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em tempos de “águas magras” nos reservatórios que abastecem a região, os números alarmantes de despejo ilegal de efluentes ganham contornos ainda mais preocupantes.
Embora o volume do descarte industrial seja inferior ao total de esgotos residenciais que deixa de ser coletado e tratado pelas redes públicas, seu efeito nocivo ao meio ambiente pode ser equivalente ou até pior. Estima-se que cada litro de esgoto industrial seja, em média, 6,6 vezes mais poluidor do que os esgotos residenciais.
“É paradoxal que na Região Metropolitana de São Paulo, onde o ‘stress’ hídrico é comparável à de algumas regiões do sertão nordestino, continuemos a poluir nossos mananciais com efluentes tão perigosos", afirma Gesner Oliveira, coordenador da pesquisa e ex-presidente da Sabesp.

Cheiro de queimado incomoda moradores da Vl. Industrial, em Mogi


Moradores da Vila Industrial, em Mogi das Cruzes reclamam do forte cheiro de queimado próximo a uma antiga siderúrgica. Eles vivem em uma área onde há pó de carvão no solo, que pode entrar em combustão. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) estipulou prazo até 16 de março para a Prefeitura tomar providências.


A área contaminada da antiga Companhia Siderúrgica de Mogi das Cruzes (Cosim) é motivo de preocupação para o comerciante Oscar Pereira. Ele lembra de muitos acidentes que já aconteceram no local por causa das moinhas de carvão e outros resíduos metálicos depositados no solo e no subsolo que estariam sob risco de incêndio. “Aquele fogo no meio do carvão que saía... E é criança, é curioso que ia lá e pisava naquele carvão, chegava a queimar o pé. É uma preocupação para todo o bairro, porque você via o seu filho sair para brincar e criança gosta de andar para o meio do mato”.

18 Milhões de pássaros negros mortos na véspera do Ano Novo em Beebe, Espécies Provavelmente Extinção

Por Greg Henderson On01 de janeiro de 2014 ·


Beebe, AR - Autoridades Wildlife estimam que mais de 18 milhões de pássaros negros caíram para a morte em uma área de uma milha dentro de Beebe Arkansas à meia-noite.


Isto marca o quarto ano consecutivo que as aves morreram à meia-noite na véspera do Ano Novo na mesma área . Este ano o número de aves exceder em muito os totais do ano anterior.

Meio Ambiente por Inteiro - Perícia ambiental


Publicado em 19/08/2013


Nesta edição, o programa Meio Ambiente por Inteiro recebe Roberto Carlos Batista, promotor de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Cultural do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), e o professor de Perícia Ambiental e diretor da Globo Verde Ambiental, Carlos Rodovalho. Um incêndio ocorrido no Parque Nacional de Ilha Grande, localizado na divisa dos estados do Paraná (PR) e de Mato Grosso do Sul (MS), destruiu parte da vegetação, aproximadamente 20 quilômetros quadrados. A princípio, o incêndio parecia ser criminoso, mas para se achar os verdadeiros culpados, foi necessário realizar uma perícia criminal. A perícia foi feita e os técnicos chegaram à conclusão de que houve crime ambiental na área. Mas nem sempre é fácil para o perito conseguir reunir todas as evidências apenas com pesquisa em campo. No caso do Parque Nacional de Ilha Grande, foi necessário usar imagens de satélite para analisar o incêndio desde o começo. Leia a íntegra da sinopse http://is.gd/tSUL8k


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Educação

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Tambores com produtos químicos são abandonados em Campinas

Pelo menos 50 recipientes foram descartados de forma irregular no terreno.
Material será levado para o aterro sanitário e ficará isolado para análise.



Fiscais da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) e da Defesa Civil estiveram na manhã do último dia 15.08(quinta-feira) em um terreno que fica no limite entre Campinas (SP) e Hortolândia (SP) para verificar o descarte irregular de pelo menos 50 tambores com substancias químicas.

Cetesb acha 183 áreas na região que ameaçam solo

São José do Rio Preto, 26 de Julho, 2013 - 1:50
Allan de Abreu 
Edvaldo Santos

Gerente regional da Cetesb, Antonio Falco Júnior, diz que até o ano 2000 não havia controle e produtos contaminantes subsistem no solo

Postos de combustível, indústrias, estabelecimentos comerciais e aterros sanitários causaram a contaminação do solo em 183 áreas na região, 39 só em Rio Preto. É o que mostra relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), com dados de 2012. Houve ligeiro aumento em relação ao ano anterior, quando foram constatadas 171 áreas contaminadas no Noroeste paulista. 

A maior parte da contaminação, 90% do total, é causada por vazamento de combustível nos tanques instalados no subsolo dos postos. “Hoje há equipamentos modernos de controle de vazamentos, com parede dupla e sensores. Mas até o ano 2000 não havia controle algum, e esses produtos ainda subsistem no solo”, explica o gerente regional da Cetesb, Antonio Falco Júnior. 

PETROBRAS É ACUSADA DE DESCARTE IRREGULAR DE RESÍDUOS NO MAR


11/09/2012
Resíduos tóxicos resultantes da operação de extração de petróleo de plataformas marítimas seriam despejados sem nenhum tipo de tratamento, diz Polícia Federal.
Plataforma P-18, da Petrobras: as investigações mostraram que a Petrobras é "leviana" no tratamento de resíduos da extração petroleira
Rio de Janeiro - A Polícia Federal (PF) acusa a Petrobras de despejar no oceano toneladas de resíduos tóxicos resultantes da operação de extração de petróleo de plataformas marítimas sem nenhum tipo de tratamento. Inquérito da Divisão de Crimes Ambientais da PF no Rio concluiu que a empresa não respeita a legislação sobre o tratamento e o descarte da água tóxica - chamada de "água de produção" ou "água negra" -, que se mistura ao óleo prospectado nas unidades marítimas de produção.
Para o delegado Fábio Scliar, responsável pelo inquérito, as investigações mostraram que a Petrobras é "leviana" no tratamento de resíduos da extração petroleira. A fiscalização a cargo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é ineficaz, segundo a PF. Na avaliação do delegado, os danos ambientais provocados pelo descarte irregular da água de produção nas plataformas de petróleo "é 300 vezes maior" do que os impactos resultantes do vazamento de óleo do Campo de Frade, da empresa americana Chevron, na Bacia de Campos, no ano passado.
"O impacto é 300 vezes maior do que o vazamento da Chevron no ano passado. O negócio vem desde que há exploração de petróleo no Brasil", afirmou Scliar. "Essa água negra é descartada há décadas no oceano sem o tratamento adequado. E não há fiscalização qualquer. Isso é um segredo nacional de décadas", disse o chefe da Divisão de Crimes Ambientais.

Hospitais de Clínicas, Moinhos de Vento, Conceição e Cristo Redentor multados por descarte ilegal de lixo hospilatar em Novo Hamburgo



Hospitais de Clínicas, Moinhos de Vento, Conceição e Cristo Redentor multados por descarte ilegal de lixo hospitalar em Novo Hamburgo 

Os hospitais Moinhos de Vento, Conceição e Cristo Redentor (do Grupo Hospitalar Conceição, estatal do governo federal, comandada pelo PCdoB) e o Hospital de Clínicas (do Ministério da Educação), todos de Porto Alegre, e mais uma empresa fabricante de material hospitalar, foram multados nesta quarta-feira pela prefeitura de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos. Eles foram identificados como os geradores do lixo hospitalar descartado de forma ilegal ao lado de um arroio da cidade na última segunda-feira.

Feira de Animais Silvestres em Campina Grande na Paraíba. É uma vergonha!


Feira de Animais Silvestres em Campina Grande na Paraíba. É uma vergonha!
Em Campina Grande, segunda maior cidade da Paraíba, a feira de animais silvestres é uma vergonha. Neste local, os animais são comercializados livremente e há raras apreensões dos órgãos competentes.

Passivo Ambiental.

A maioria dos empresários não se preocupam com passivos ambientais, e só começam a pensar no problema quando os órgãos ambientais identificam através de uma investigação os passivos  ambientais existentes, segue alguns casos:

21 de abril de 2010 | 0h 00

Andrea Vialli - O Estado de S.Paulo

Aterro Mantovani continua sem solução

 
Eco Harmonia