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A FALTA QUE A FALTA FAZ



Publicado em 20 de fev de 2018

não sei quanto a você, mas sempre falta um trocinho. às vezes falta muita coisa, às vezes só uma coisinha que parece um mundo de faltas. pra muitos falta o indispensável e aí o que falta pra você parece nada, mas é demais de onde você tá olhando. o negócio é que vai faltar, e depois não vai mais. depois vai faltar de novo e lutar contra a falta parece uma luta cansativa demais pra entrar. então que tal entender a falta, andar com ela, fazer de tudo pra preenchê-la, mas sabendo que ela volta. e que volte! porque saber que vai voltar é um belo de um carinho.
Infinite Perspective de Kevin MacLeod está licenciada sob uma licença Creative Commons Attribution (https://creativecommons.org/licenses/...)

Fonte : Padrão do Youtube

Trump anuncia saída dos EUA do Acordo de Paris

O presidente americano fez o anúncio na tarde desta quinta-feira e disse que o país está disposto a negociar novos termos
1 jun 2017, 19h12 - Publicado em 1 jun 2017, 17h22

Trump: a decisão coloca o país ao lado de Síria e Nicarágua como as únicas nações do mundo a não participarem do acordo (Kevin Lamarque/Reuters)

Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o país irá se retirar do acordo climático de Paris, seguindo o compromisso que fez durante sua campanha presidencial. A decisão foi anunciada pelo republicano durante coletiva nos jardins da Casa Branca nesta quinta-feira, 01.

“Estamos saindo”, disse Trump em uma cerimônia na Casa Branca, quando criticou os encargos financeiros do acordo de Paris.

“Para cumprir o meu dever solene de proteger a América e seus cidadãos, os Estados Unidos se retirarão do acordo climático de Paris”, declarou Trump.

A Mata Atlântica vista do espaço



Paulo André Vieira
27 de Maio de 2013

Quando Pedro Álvares Cabral desembarcou por aqui em 1500, 1.315.460 km², ou 15% do território da Ilha de Vera Cruz, eram cobertos pela Mata Atlântica. De lá pra cá, se somarmos todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 hectares, somente 11% sobreviveram ao desmatamento causado pelo homem.

Neste dia 27 de maio é comemorado o Dia Nacional da Mata Atlântica, e como homenagem a este bioma tão importante, e tão ameaçado, selecionamos algumas imagens de satélite do pouco que restou do verde dessas florestas. Aprecie abaixo essas imagens retiradas do Google Earth.

Parque Nacional da Serra do Itajaí - SC


MUROS VERDES PODEM REDUZIR POLUIÇÃO DO AR DE GRANDES CIDADES EM ATÉ 30%


·  · in Arquitetura sustentável.

Cientistas sugeriram após realizarem estudo, que a criação de “muros verdes” em áreas urbanas poderia reduzir a poluição do ar em até 30%. Os Pesquisadores Britânicos dizem que plantar mais árvores e outros tipos de vegetação no nível da rua serviria para limpar o ar em áreas que são normalmente expostas a níveis mais elevados de poluição, como grandes avenidas.
Plantas de pequenas e grandes cidades foram usadas como exemplo, pois removem o dióxido de nitrogênio (NO2) entre outras partículas que são prejudiciais para a saúde humana. Os resultados aparecem no periódico Environmental Science and Technology.

Somos todos UM

Estudo mostra que oceanos apresentam sintomas de extinção em massa

Entre os sinais vermelhos estão o aquecimento das águas e sua acidificação, condições presentes em fases anteriores de extinções em massa sofridas pela Terra
Em meio bilhão de anos, cinco extinções em massa foram registradas após calamidades naturais, durante as quais mais de 50% das espécies existentes desapareceram.
 
 
Paris - Submetidos a uma série de pressões, do aquecimento à pesca predatória, os oceanos apresentam sintomas preocupantes, presentes nas fases anteriores de extinções em massa sofridas pela Terra, advertiu um painel de especialistas em relatório apresentado nesta segunda-feira.

Vide bula, antes de votar, pela saúde do Planeta!

Vide bula, antes de votar, pela saúde do Planeta!
por Paulo Brack
Publié le 11 août 2010 par Osverdestapes
Vide bula, antes de votar, pela saúde do Planeta!Por Paulo BrackQuando sentimos que algo anda mal em nossa saúde, consultar um médico e realizar um diagnóstico da causa destes sintomas é fundamental. O médico, após os exames, pode verificar se é um caso grave e emergencial, como uma doença no sistema cardiovascular, por exemplo. Não é possível que se esconda o veredicto real e o alerta quanto ao que deve ser feito. Isso deve ser encarado, sem medo, avaliando-se o quadro, os prognósticos, dentro de cenários, se queremos continuar vivendo.
Se não fizermos nada, isso significa uma irresponsabilidade. Quase um suicídio. Se quisermos viver, e prezamos por nossos filhos, parentes, amigos e todas os que nos querem bem, vamos ter que mudar para garantir a nossa vida. Inclusive com mais felicidade. Então, diante do quadro, as mudanças devem ser feitas. Algumas urgentes, outras graduais, mas sem demora: mudarmos nossa alimentação, nossos hábitos, e acompanharmos mais de perto nossa saúde e

Porque chove sem parar?

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METAFORA AMBIENTAL

Sobre vacas, bernes e política




Era uma vez, vez uma vaca feliz, saudável e bonita.
Mas nem tudo é perfeito. A vaca tinha hóspedes.
Alguns bernes se hospedaram nela e alimentavam-se da sua carne. Mas os bernes eram poucos e pequenos... A vaca e os bernes viviam em paz.
Aconteceu, entretanto, que os bernes começaram a se multiplicar. Os bernes aumentavam, mas a vaca não aumentava, confirmando a lei de Malthus, que disse que “os alimentos crescem em razão aritmética, enquanto as bocas crescem em razão geométrica.”
O couro da vaca se encheu de calombos que indicavam a presença dos bernes.
Mesmo assim, a vaca continuava saudável. Ela tinha muita carne de sobra.
Foi então, que uma coisa inesperada aconteceu: alguns bernes sofreram uma mutação genética e passaram a crescer em tamanho. Foram crescendo, ficando cada vez maiores, e com uma voracidade também cada vez maior.



Os vermes magrelas ficaram com inveja dos vermes grandes e trataram de tomar providências para que eles crescessem também.

O corpo da pobre vaca passou a ser uma orgia de crescimento. Os bernes só falavam numa coisa: "É preciso crescer!" Mas a vaca não crescia. Ficava do mesmo tamanho.
De tanto ser comida pelos bernes, a vaca ficou doente. Emagreceu.
Mas os bernes nada sabiam sobre a vaca em que moravam. Para perceberem, seria preciso que eles estivessem do lado de fora.
Os bernes estavam dentro da vaca. Assim, não percebiam que sua voracidade estava matando-a .
A vaca morreu!... E com ela, morreram os bernes!...
Fizeram autópsia da vaca. O relatório do legista observou que os bernes mortos eram excepcionalmente grandes, bem nutridos, muitos deles chegando à obesidade.
“James Lovelock é um cientista que sugeriu que a nossa Terra é um organismo vivo, como a vaca da parábola. Sendo uma coisa viva, ela pode ter saúde ou ficar doente.”
Sua conclusão é que nós, os bernes, já estragamos a Terra, “a nossa vaca,” além de qualquer possibilidade de cura. A Terra está doente.
O crescimento das nações está provocando profundas mudanças climáticas irreversíveis: a atmosfera está se aquecendo, as geleiras estão derretendo, a poluição do meio ambiente aumenta, acontecem catástrofes naturais numa intensidade desconhecida.
Esses são os sintomas dos estertores da nossa Terra, destruída pela voracidade dos bernes. “E o pior está por acontecer, ele diz.
Ecossistemas inteiros serão extintos, e os sobreviventes terão de se adaptar a um clima infernal...” (Folha de S.Paulo, caderno Mais, 22/ 01/06, pág. 9).
Observando as discussões políticas, não vejo nenhum político que fale sobre a saúde da vaca. Ao contrário, os políticos, tanto de direita quanto de esquerda, só fazem prometer aos bernes um engordamento cada vez maior.
Por uma boa razão: os eleitores são os bernes e não a vaca.
O candidato que falar sobre a saúde da vaca e o emagrecimento dos bernes, com toda certeza, perderá a eleição.
Quando o que está em jogo é a saúde da vaca, não se pode confiar nos bernes...
Esta nossa Mãe - Terra, é um organismo vivo, como a vaca da parábola.
...e, nós, a estamos MATANDO!


O ASSUNTO É SÉRIO.

Exclusão e Racismo Ambiental


TEDxSP 2009 - Paulo Saldiva: exclusão e racismo ambiental from TEDxSP on Vimeo.
A aids mata quase 1.000 pessoas por ano em São Paulo. A poluição do ar mata 4.000. A aids é considerada um problema de saúde pública, e médicos têm voz na definição de políticas públicas. A poluição do ar não – embora ela comprovadamente encurte em dois anos a vida do paulistano médio. Cuidar de poluição dos carros não é assunto do sistema público de saúde – é da secretaria dos transportes, da engenharia de tráfego, e ninguém leva em conta o impacto nos pulmões da população na hora de projetar mais avenidas. É com esse paradoxo que o patologista Paulo Saldiva começou a sua palestra no TEDxSP.
Saldiva é um tipo raro de acadêmico brasileiro. Ele é pesquisador, dos bons. Médico, especialista em poluição, trabalhou em Harvard, publica em revistas especializadas, é respeitado no mundo inteiro. Mas ele também é ativista. Tenta usar os dados que coleta para influenciar políticas públicas, para mudar hábitos, para melhorar a vida das pessoas. Ele fala contra a cultura do carro, critica a visão dominante, vive discutindo com politicos e empresários. Sem falar que ele vai trabalhar de bicicleta no Hospital das Clínicas. Enfim, ele une a teoria à prática, o pensamento à ação. Além de tudo isso, ele é um sujeito bem divertido.
É bom prestar atenção no que ele diz. Uma boa oportunidade para isso é assistir sua TEDtalk

fonte:http://www.tedxsaopaulo.com.br/blog/


Universo Conhecido



Nesse fantástico vídeo do Museu de História Natural Americano chamado “The know Universe” ( O Universo conhecido) vamos até 16 Bilhões de anos luz, viajando pelo tempo e espaço, em imagens baseadas em fotos tiradas por satélites.
São imagens belíssimas, mas não deixa de me fazer pensar em nossa insignificância.
“Esse filme nos traz o universo conhecido como foi mapeado em observações astronômicas.
Cada satélite, lua, estrela e galaxia em sua escala correta, e as medições de localização estão de acordo com as melhores pesquisas científicas atualizadas.
Os dados são mantidos e organizados pelos astrofísicos pesquisadores do American Museum ou Natural History como um Atlas Digital do Universo.”

Pálido ponto azul

 
Eco Harmonia