Mostrando postagens com marcador Empregabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Empregabilidade. Mostrar todas as postagens

Como Usar A Comunicação Interna Para Gerir Melhor Sua Equipe?


Ficamos tão focados em como alcançar nosso público alvo que as vezes nos esquecemos de como é importante manter uma boa comunicação dentro com a nossa própria equipe.
Apesar de ser um problema sério, capaz de causar diversos prejuízos, a falta de comunicação é mais comum do que você imagina, e pode ser facilmente resolvida com algumas dicas simples e eficazes!

Como implantar a comunicação interna?

A primeira coisa que você precisa ter em mente é que funcionários conversando é algo saudável para a empresa. Quando seus colaboradores falam entre si, eles conseguem gerir melhor as crises e encontrar novas soluções para o crescimento do negócio.
Para isso você precisa investir em mecanismos de comunicação interna. Mas fique tranquilo, investir aqui não é sinônimo de gastar dinheiro! Hoje em dia existem centenas de formas de criar uma rede de comunicação interna gastando pouco, ou nada.
Para implantar este sistema você utilizar ferramentas como Skype, Whatsapp, Zello, Kik, entre outros aplicativos que fazem a diferença quando se pensa em implantar um sistema de comunicação. Se sua empresa for muito grande ou se os funcionários não tiverem acesso online o tempo inteiro, você também pode implantar rádios comunicadores.
Você também pode utilizar murais de recado, jornalzinhos, grupos fechados em redes sociais, documentos compartilhados no Drive, rede interna de computadores, entre outros. E o melhor é que você também pode mesclar todas essas opções, escolhendo as que mais se adéquam ao seu negócio.

Apresente o sistema e faça com que seus funcionários utilizem a comunicação interna

Depois de escolher o sistema, você precisa apresentá-lo a seus funcionários. Nesse momento é preciso ter paciência, pois nem todos vão se adaptar rapidamente ao sistema escolhido.
Lembre-se de deixar claro que é importante que todos se comuniquem.
Além disso, também é preciso esclarecer que conversar não é comunicar. Falar sobre assuntos aleatórios com os colegas é saudável e necessário, mas a comunicação interna deve ser considerada uma ferramenta e deve ser levada a sério.
Outra coisa que deve ficar clara é que todos precisam usar a nova forma de comunicação. Mas isso não precisa ser feito de forma agressiva. Quando um funcionário comentar algo com você, ou com um colega, diga algo como “que ideia interessante. Vamos colocá-la no mural” ou “publique isso no nosso grupo também”.
Você precisa fazer com que todos entendam que a comunicação interna é uma obrigação, porém não é uma obrigação ruim, mas sim algo importante e que trará bons frutos para todos.

Como a comunicação interna ajuda a gerir melhor sua equipe

Não importa o tamanho da sua empresa, uma boa comunicação faz toda a diferença, principalmente quando se quer evitar erros e acelerar o trabalho. Por isso, implantar um sistema de comunicação interna é de extrema relevância.
Uma equipe que se comunica evita a realização de trabalhos duplicados. Além disso, quando os funcionários se falam, eles conseguem saber exatamente o que devem. Não é possível encontrar desculpas como “eu pensei que quem estava fazendo isso era fulano”, quando um trabalho não é realizado.
Apostar em comunicação é apostar em um trabalho mais fluído, onde todos trabalham exatamente como engrenagem, sabendo que tudo dentro da empresa é importante e que o principal objetivo é a excelência no que se faz.

A comunicação abre espaço para novas ideias

Estamos rodeados de pessoas brilhantes. Mas nem sempre percebemos isso, porque nem todos conseguem se expressar. Na sua empresa você deve ter pelo menos um funcionário que entra mudo e sai calado. Mas essa não é uma boa qualidade nos dias de hoje.
Um empresa viva e forte é aquela onde todos podem dizer o que pensam sobre os projetos ou ações. Com a comunicação interna, você pode abrir espaço para que seus colaboradores falem e opinem. Quanto mais cabeças se debruçam em um projeto, mais chances ele tem de dar certo.

Fonte: Blog Guiajá

Treinamento: não acredite em Papai Noel

Obter alguma coisa sem dar a devida contrapartida, desconhecendo-se o conjunto de condições necessárias e suficientes para que determinado evento possa efetivamente acontecer. Este fenômeno e o seu conjunto de manifestações constituem aquilo que designamos por "síndrome do Papai Noel"



O desenvolvimento de competências está entre as principais razões do sucesso de nações, empresas e pessoas, mas o que deve ser entendido é que muitos milhões são gastos em treinamento, sem que se obtenha um retorno efetivamente compensador, ou seja, uma adequada relação benefício/custo. E uma das principais, senão a principal razão para isto tem a ver com o que dizia Adam Smith, considerado o pai da economia moderna, no Século XVIII: “A única ambição universal do ser humano é passar a vida inteira colhendo o máximo daquilo que nunca plantou.” E a isto eu chamo de "síndrome do Papai Noel".

Vejamos do que se trata. Quando éramos crianças, ouvíamos os adultos contarem a respeito de um bom velhinho, que dava presentes no Natal. Era preciso, unicamente, que se fizesse um pedido e se colocasse o sapato num lugar previamente escolhido. Em realidade, muitas histórias desta natureza são contadas às crianças. Havia uma que dizia que se puséssemos um livro debaixo do travesseiro, enquanto estivéssemos dormindo, aprenderíamos tudo sem estudar. Não haveria necessidade de qualquer esforço. Estas duas histórias caracterizam bem o que chamamos de consciência mágica. Obter alguma coisa sem dar a devida contrapartida, desconhecendo-se o conjunto de condições necessárias e suficientes para que determinado evento possa efetivamente acontecer. Este fenômeno e o seu conjunto de manifestações constituem aquilo que designamos por "síndrome do Papai Noel".

A "síndrome do Papai Noel" pode ter consequências bastante negativas, sobretudo, quando se trata de treinamento. Treinamento ou educação, como alguns preferem, importa, em última instância, em mudança comportamental. E mudança comportamental efetiva não acontece de graça ou por acaso. É resultado de um trabalho continuado e persistente. É um processo, e como todo processo, constituído por um determinado número de etapas.

E por que estes comentários? É que na minha vivência de consultoria tenho me deparado, até com bastante frequência, com o fenômeno da consciência mágica e com a consequente "síndrome do Papai Noel", sob as suas diversas manifestações. Vejamos algumas das mais comuns.

A primeira delas é acreditar que apenas a participação no seminário de treinamento seja suficiente para assimilar todo conteúdo apresentado, bem como, obter mudanças comportamentais que, em alguns casos, devem ser profundas e radicais. Assim, concluído o seminário, guardam-se os livros e apontamentos. Não se procuram oportunidades de aplicação do que foi abordado. Não se fazem revisões e recapitulações. Parece até que se quer ignorar a necessidade de empenho e dedicação, a importância do reforço e, consequentemente, da repetição. Ora, persistência, dedicação e empenho são necessários não apenas para aprendizado e desenvolvimento pessoal e organizacional, mas também, para muitas outras coisas. Einstein já dizia que o gênio é dez por cento de inspiração e noventa por cento de transpiração. Portanto, acreditar e agir de outra forma é consciência mágica, é acreditar que Papai Noel existe. 

Há também a crença, manifesta ou tácita, de que os participantes de um Seminário podem aplicar com sucesso, imediatamente após a volta ao trabalho, os ensinamentos adquiridos, independente das condições ambientais e do clima organizacional encontrado. Por isto, não se procura identificar e desenvolver o conjunto de condições necessárias, inclusive em termos de tempo, para que o aprendizado de sala de aula possa ser plenamente assimilado, passando a fazer parte do repertório comportamental e, consequentemente, seja adotado com rapidez e propriedade no trabalho. Um ponto de partida para um melhor entendimento desta questão talvez seja uma formulação de Kurt Lewin: "O comportamento é função da pessoa e do ambiente". Assim, se queremos um comportamento eficiente temos que trabalhar nestes dois sentidos. Criando condições ambientais favoráveis às mudanças comportamentais e treinando ou educando pessoas.

Uma das formas de se saber sobre o ambiente e, mais precisamente, sobre o que a empresa pensa efetivamente a respeito de treinamento é procurando-se verificar como funciona o sistema de avaliação e de recompensa. O que uma empresa que, por exemplo, faz um grande programa de desenvolvimento de equipe, mas que premia e promove à base de desempenhos individuais está efetivamente dizendo é: "Prestem atenção. Este negócio de desenvolvimento de equipe é pura balela. Não passa de conversa fiada".

Assim sendo, é conveniente que se tenha sempre em mente a dicotomia mostrada por Chris Argyris entre a Teoria Proclamada e a Teoria Aplicada. Ou seja, entre aquilo que se acredita estar fazendo e aquilo que de fato se faz. Mais ainda, é necessário que se compreendam os mecanismos que, consciente ou inconscientemente, são adotados para se evitar a confrontação com esta dicotomia. Certa fez, visitei uma empresa que tinha um sistema de credos como raras vezes encontrei igual. Gerência participativa, valorização do ser humano e outras tantas coisas da maior validade. E suma, algo que poderia figurar nos melhores livros de administração. Ah, mas a prática! Não me perguntem pela prática. A prática era uma história completamente diferente. Portanto, os credos da empresa não eram credos reais, mas de fachada.

Uma outra manifestação da "síndrome do Papai Noel" é sob a forma do modismo. É estar sempre à procura da última novidade, de alguma coisa que fosse "a melhor", como se fosse possível que alguém, num passe de mágica, inventasse algum modelo ou sistema que resolvesse todos os problemas de treinamento ou da empresa. Com isto, despreza-se todo um acervo experiências, metodologias e instrumentos existentes, ou o que é ainda pior: começa-se a não ser capaz de diferenciar o essencial do supérfluo e a valorizar mais os efeitos pirotécnicos, o show.

Outra forma de consciência mágica é a da cópia pura e simples de soluções que deram certo em outras organizações sem nenhuma adaptação à realidade, cultura e momento histórico da empresa. É preciso que se tenha sempre em mente que uma solução que deu certo numa empresa não pode ser importada diretamente por outra, sem que se responda a algumas questões tais como: Qual o problema que aquela solução pretendia resolver? Que outras alternativas de solução foram consideradas? Quais foram os critérios de escolha adotados? Quais os recursos e quais os fatores limitativos existentes? Quais as consequências positivas e negativas da solução? Que investimentos foram necessários? Dependendo das respostas a estas questões, o que é adequado para uma empresa pode estar longe de sê-lo para outra.

MTE Reúne referências sobre Trabalho Análogo ao Escravo

Publicado por RHevista RH - quinta-feira 16 de fevereiro de 2012 - às 11:08
Brasilia, 15/02/2012 – Com o objetivo de contribuir com o trabalho de estudiosos e pesquisadores que se interessam pelo tema trabalho escravo, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) disponibilizou em seu site a publicação “Trabalho Escravo em Retrospectiva: Referências para Estudos e Pesquisas”.
Elaborado por técnicos da Secretaria de Inspeção do Trabalho, do MTE, o material reúne referências históricas e bibliográficas, dentre elas, a cronologia de fatos e atos relativos ao trabalho escravo rural e a criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM). Também apresenta sugestões de textos, artigos, dissertações livros e vídeos alusivos ao tema.

Especializar em gestão sustentável

Cursos para se especializar em gestão sustentável
terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Beatriz Bulhões, vice-presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável

Um novo vocabulário passou a fazer parte do dia a dia das empresas: o da sustentabilidade, que inclui aspectos econômicos, sociais e ambientais. Os gestores da iniciativa privada são cada vez mais pressionados a olhar para fora de seus muros e oferecer soluções para problemas coletivos. Com o avanço da consciência sobre o papel das corporações nos destinos da sociedade e do planeta, surge um novo desafio: formar profissionais qualificados que consigam dar conta deste cenário. “Há bastante espaço para crescimento dos empregos ligados à área socioambiental”, diz Beatriz Bulhões, vice-presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). E para preparar esses profissionais, cursos de especialização e MBAs estão sendo desenvolvidos no País.


O termo “socioambiental” vem sendo do preferido pelos especialistas da área, uma vez que ele indica uma ligação entre meio-ambiente e sociedade que deve ser entendida de forma integrada. Numa evolução histórica, as empresas ao longo das últimas três décadas, ampliaram gradativamente os públicos considerados prioritários: da preocupação exclusiva para com os acionistas, passando pelos funcionários, rede de fornecedores, comunidades de entorno, até chegar a toda a sociedade e ao meio-ambiente. Essa é a ideia contemporânea de stakeholders, ou seja, todos os públicos que têm relações com a corporação. Inclusive – tratando-se aqui da noção de sustentabilidade ambiental – as gerações futuras.

“A partir do momento em que essa preocupação sair das empresas e entrar de vez na esfera pública, teremos um aumento na procura por profissionais desse tipo”, acredita Beatriz.
Terceiro Setor
Além das novas iniciativas empresariais, duas novas frentes devem exigir uma grande quantidade de gestores qualificados para a aplicação dos conceitos de sustentabilidade socioambiental: as ações de governo e a crescente profissionalização do chamado Terceiro Setor. “Diversos programas do governo federal podem vir a englobar uma visão mais sustentável, como por exemplo o ‘Minha Casa, Minha Vida’, espera Beatriz.

Para ocupar este mercado, a experiência no campo das atividades empresariais é importante, mas não suficiente. Pelo menos é o que acredita a coordenadora do MBA em Empreendedorismo e Gestão Social da Fundação Instituto de Administração, conveniada à FEA/USP, Graziella Comini. Para ela, uma formação específica, que pode ser oferecida em cursos de especialização e MBAs, é fundamental. “Os objetivos da gestão na área social são diferentes, e isso muda tudo.”

Graziella entende que deve haver uma troca de conhecimentos entre os profissionais que vieram das empresas privadas e aqueles que já têm experiência no Terceiro Setor. “Não é só a visão empresarial que ensina o social: o aprendizado acontece dos dois lados.”

E a preocupação com ambiente e sociedade não é coisa apenas de jovens executivos. O curso que ela coordena tem recebido muitos gestores experientes na administração de empresas tradicionais, que buscam novos conhecimentos compartilhados com a área socioambiental. São pessoas que perceberam que há uma mudança de expectativas tanto do setor privado quanto das organizações sem fins lucrativos.

Enquanto as empresas abrem novas oportunidades para profissionais qualificados a trabalhar em programas sustentáveis, o Terceiro Setor vive uma onda de profissionalização, com uma exigência maior de competências administrativas, contábeis e organizacionais. Ou, seja, há uma certa convergência entre objetivos e procedimentos de áreas que não se comunicavam.

Todo esse movimento evidentemente se reflete em novas vagas para quem buscar formação adequada. E, no Brasil ainda mais - por conta da agenda de investimentos dos próximos anos. “Esperamos também que com a vinda da Copa 2014 e da Olimpíada de 2016, ambas englobando a sustentabilidade desde o seu planejamento, tenha um aumento ainda maior na procura e no desenvolvimento dos profissionais”, completa a vice-presidente do CEBDS.




Alguns MBAs na área socioambiental

FGV-SP

MBA em Gestão de Sustentabilidade

Informações – 0800 772 27 78

Fundação Instituto de Administração (SP)

MBA em Gestão e Empreendedorismo Social

Informações – (11) 37 32 35 08

Instituto Mauá de Tecnologia (SP)

MBA Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade

Informações – 0800 019 31 00

Universidade Positivo (PR)

MBA Empresarial em Operações Socioambientais Corporativas

Informações – (41) 30 23 50 92

Universidade Católica de Petrópolis (RJ)

MBA em QSMS e Sustentabilidade

Informações – (21) 26 79 92 16

Escola Superior de Negócios (GO)

MBA Gestão de Responsabilidade Socioambiental e do Terceiro Setor

Informações – (62) 32 37 34 43

UNA (MG)

MBA em Gestão Estratégica em Sustentabilidade e Responsabilidade Social

Informações – (31) 32 35 73 00

Fonte: http://www.canalrh.com.br/

Empregos que o aquecimento global gera



Sustentabilidade gera empregos verdes

Terça feira, 10/11/09 por Marina Saraiva - categoria Cidades e Soluções, Desenvolvimento sustentável, Educação, clima, economia
tags empregos verdes, sustentabilidade, tecnologia



Esta semana, o Cidades e Soluções mostra como a preocupação com o aquecimento global já está influenciando o mercado de trabalho em todo o mundo. São os empregos verdes, que surgiram na esteira do combate aos impactos negativos das mudanças climáticas. Nossa correspondente na Califórnia, Tanira Lebedeff, foi conhecer um dos pólos de formação destes profissionais, em Los Angeles, e conta o que viu.
Entusiasmo. Essa palavra que define bem o clima no Los Angeles Trade Tech College. A escola técnica é modelo nos Estados Unidos no treinamento para o que eles chamam aqui de green jobs – os empregos verdes, ligados à industria sustentável.
            



Lá conhecemos alunos de todas as idades, com diversas experiências profissionais. Gente que vem para se aperfeiçoar, gente que busca outra carreira. Tem o aluno que perdeu emprego numa revenda de carros e, hoje, aprende a instalar painéis de energia solar… Tem a mãe que quer ela mesma construir a casa das filhas.






Todos de olho na oportunidade de trabalhar na nova revolução industrial, em empresas que adotam práticas mais sustentáveis e usam combustíveis alternativos.
O setor de green jobs anda recebendo grandes investimentos da administração Obama. Um exemplo é a verba de cinco bilhões de dólares destinada a reformas que melhorem a eficiência energética de casas de baixa renda. Sem dúvida, promessa de muito trabalho para operários da construção civil, tão cambaleada pela crise. O presidente americano também quer carros mais eficientes circulando pelas ruas do país, forçando toda a indústria de automóveis a se renovar.
O programa de tecnologia automobilística da escola funciona como um laboratório de testes para novos carros híbridos, movidos a gás ou biodiesel. Os alunos vibram mostrando os “brinquedinhos” que recebem dos fabricantes. O programa é comandado pelo simpático professor Jess Guerra, que nos mostrou que o curso fabrica o próprio biodiesel, utilizando óleo que sobra do curso de culinária da escola. Todos aqui são bem conscientes do que estão testemunhando: um momento único, em que escola e indústria têm que desvendar juntos que caminho seguir. Tanto que o curriculo é tambem formulado a “quatro mãos”, num contato direto com futuros empregadores.


Mas, pelo que se vê, essa experiência tem dado muito certo. O Los Angeles Trade Tech College é parada obrigatória de políticos que visitam a cidade. Durante a nossa visita encontramos lá a Vice-Primeira Ministra da Austrália – um país que está sentindo as graves consequências do aquecimento global.

A aposta nos green jobs é tão grande que tem fila de espera para frequentar a escola. Assim que o mercado voltar a esquentar, torcem alunos e professores, essas turmas serão as primeiras a serem contratadas por empresas públicas e privadas, correndo para se adaptar aos novos tempos.

Tanira Lebedeff, correspondente da Globo News na Califórnia
fonte: http://especiais.globonews.globo.com/cidadesesolucoes/2009/11/10/sustentabilidade-gera-empregos-verdes/




 
Eco Harmonia