Mostrando postagens com marcador Direção Defensiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Direção Defensiva. Mostrar todas as postagens

MAIO AMARELO 2025 - Direção Defensiva

Contribuição para campanha sobre prevenção de acidentes de trânsito com equipe, amigos e familiares.


Fonte : Salete Romero

Palestrante, Consultora, Especialista em Segurança no Trânsito para Empresas;

Especialista em Psicologia do Trânsito;

Colunista no Jornal da Band;

(15) 99624.4332



Amaxofobia - Medo excessivo e irracional de dirigir.

 Dr. Dirceu Rodrigues Alves.

Interessante, uma coisa que era brinquedo na infância onde se fazia coisas mirabolantes com o carrinho, velocípede, patins, carrinho de rolimã e repentinamente, na vida adulta, transformar-se num objeto de total rejeição, medo e muitas vezes de pavor. 


A sensação de medo é consequente a liberação de determinados hormônios no organismo, principalmente adrenalina e noradrenalina, mas outros hormônios são liberados e causam imediata aceleração cardíaca. Na verdade, é a maneira do organismo responder a uma estimulação contrária, física ou mental com objetivo de fazer o indivíduo partir para luta ou fuga. 

O medo sempre existe quando começamos a aprender a dirigir. Ele persiste durante algum tempo após tirarmos a CNH e vai desaparecendo à medida que a experiência se torna presente. Esse medo inicial é porque já não temos o instrutor ao lado o que faz aumentar a preocupação com o trânsito e a possibilidade de sinistros. 

Mas por incrível que possa parecer, 6% da população Brasileira, isto é, 12,9 milhões de brasileiros são portadores desse medo de grau maior ou menor que, cientificamente é chamado de amaxofobia. 

Isso é caracterizado como medo excessivo e irracional de dirigir ou mesmo estar dentro de um veículo, o que é bem semelhante ao transtorno de ansiedade. O pensamento está voltado para os riscos de um sinistro, levando ao estresse e, muitas vezes, ao pânico. Esse estresse é a perda da capacidade de adaptação à situação vivida naquele momento e o indivíduo descompensa. 

Alguns portadores do medo excessivo têm histórico de traumas, sinistros, experiências negativas, medo de perder a direção, atropelar alguém, bater o veículo, matar ou morrer. Múltiplas outras causas, como pânico com os congestionamentos, medo de estar sendo observado, críticas de acompanhantes são outros fatores capazes de levar o indivíduo a ficar preocupado e temeroso com a direção veicular. 

Esse medo é sempre desproporcional a situação vivida e pode surgir com informações e visuais da mídia em geral, como no noticiário de televisão, que é assustador. 

Dirigir para 94% da população portadora da Carteira Nacional de Habilitação sempre é prazeroso. Mas para o portador de amaxofobia, torna-se sofrimento. 

Os sintomas mais comuns desse estranho medo são: 
  • Boca seca; 
  • Transpiração; 
  • Tensão muscular; 
  • Batimentos cardíacos alterados; 
  • Dor no peito;
  • Dores de cabeça; 
  • Agitação;
  • Formigamento; 
  • Vertigens;
  • Tremores; 
  • Falta de ar;
  • Suor nas mãos; 
  • Outros. 

Quando isso está presente, é necessário buscar tratamento que é feito pelo psicólogo e, algumas vezes, há necessidade de acompanhamento psiquiátrico. 

Seria interessante o diálogo, troca de experiências relacionadas à amaxofobia com grupos portadores do quadro. Na realidade, com uma troca de informações, experiências vividas vemos a recuperação de múltiplos portadores que se encontravam no grau leve ou mesmo moderado da fobia. Estimamos que 80% saem do quadro e partem para direção veicular seguros e sem aqueles sinais e sintomas que por várias vezes o levaram ao pânico. Sempre há indicação para uma avaliação e conduta do psicólogo e raramente do psiquiatra. 

O equilíbrio, pensamento positivo, a vontade de querer superar certamente farão do motorista um indivíduo seguro, responsável, seguidor das regras de trânsito e consequentemente sem transgressões, sinistros ou medo. 

 Dr. Dirceu Rodrigues Alves.

Guerra Biológica 3ª Guerra Mundial




A grande mobilidade do ser humano no planeta terra, utilizando os mais variados tipos de veículos concorre para a disseminação de doenças e para a rápida transferência de um foco de infecção de um hemisfério para outro.
Os pontos mais distantes do nosso planeta cada vez se tornam mais próximos.  A evolução do transporte aproxima cada vez mais estes pontos. Até bem pouco tempo, somente através do transporte marítimo conseguíamos atravessar o Atlântico, o Pacifico e atingir outro continente. As viagens eram longas, cansativas e desgastantes.
A Vigilância Sanitária nos portos preocupava-se em não deixar entrar no país qualquer patologia que poderia disseminar comprometendo toda à população. Os quadros suspeitos eram submetidos à quarentena, já que poderiam estar no período prodrômico (período de incubação). Cobravam-se as vacinações obrigatórias para determinadas doenças.
E agora, projéteis múltiplos e invisíveis estão sendo disseminados em todo planeta. Explosões maiores estão ocorrendo na Itália, Espanha, Estados Unidos e no Brasil aumentam as vítimas.  Entrincheirada toda humanidade tenta escapar.
A mobilidade comprometida, abastecimento prejudicado, vida social destruída, contato pessoal interrompido, falar frente a frente impossível, esporte e trânsito bloqueados, tudo fora da normalidade.
Guerra viral que há muito sabíamos que iria acontecer, quando na década de 90 publicávamos artigo intitulado “Globalização das Doenças Infectocontagiosas”, mostrando o curto espaço de tempo para a propagação em todo planeta, falávamos da mobilidade como agente causal dessa atual guerra. Doenças endêmicas em uma localidade transportada para outras e disseminando a países gerando a pandemia.
      
                                        

Caminhões, carretas, baús, transportando doenças endêmicas de um lado para outro, comprometendo os grandes centros. Aviões distribuindo de maneira rápida, vetores e portadores hoje do Corona Vírus. Esse inimigo transformou a população mundial gerando medo, pânico, isolamento, problema econômico, fome, possibilitando aparecimento de outras doenças oportunistas e ainda, impedindo que portadores de doenças crônicas possam mobilizar-se para uma consulta médica ambulatorial ou de emergência. Na emergência não consegue vaga, nas enfermarias idem e tão pouco em UTI porque encontra-se ocupada pelas vítimas da guerra, tudo está direcionado para o Covid 19.

E como vamos resistir a esse ataque covarde que nos surpreendeu, levando vidas, gerando isolamento, tristeza e sofrimento para todos.
            
                                         

Blumenau será sede da abertura nacional da campanha Maio Amarelo

TRÂNSITO
Por Pancho
04/02/2020 - 10h40 - Atualizada em: 04/02/2020 - 10h42
Maio Amarelo
O Maio Amarelo tem como objetivo diminuir índices de acidentes e mortes no trânsito. Foto: montagem sobre foto de Lucas Correia, BD, 17/5/2017

Um cerimônia no Teatro Carlos Gomes no próximo dia 27 de abril vai marcar a abertura oficial da campanha nacional do Maio Amarelo. A novidade foi trazida pelo secretário municipal de Trânsito e Transporte (Seterb), Éder Boron, e pelo coordenador da Escola Pública de Trânsito (EPT), Marco Rebello, na manhã desta terça-feira durante a entrega do novo micro-ônibus da EPT.
O convite para sediar o evento partiu do Observatório Nacional de Segurança Viária. A entidade reconheceu a programação do Maio Amarelo em Blumenau no ano passado como uma das melhores de todo o país.
Segundo Boron, no evento de abril devem estar presentes representantes do próprio Observatório, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) — órgão máximo da política nacional de trânsito — e de órgãos de trânsito de vários estados brasileiros.
Além de ser sede do lançamento nacional do Maio Amarelo, Blumenau também passou a ser signatária do programa Laço Amarelo, promovido pelo Observatório Nacional. Com isso a cidade vai ganhar material didático e capacitações direcionadas para a educação no trânsito, o que deve melhorar ainda mais o trabalho da Escola Pública de Trânsito da cidade.


Fonte : NC Total

REPERCUSSÃO DO SONO SOBRE O TRABALHO

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior

Resumo

Aqui é dada atenção para a valorização de um sinal e sintoma que muitas vezes torna-se inexpressivo para quem avalia a causa de um acidente. São abordados distúrbios do sono com ênfase para privação do sono e a síndrome da apnéia obstrutiva do sono.

Justifica-se o porquê da necessidade do sono, como ele surge e que efeitos produzem no organismo. Trabalhadores, chefes, empresários, serviço de engenharia de segurança e medicina do trabalho são

alertados para os perigos e conseqüências das jornadas longas, horas extras e mudanças de turno de trabalho.

Summar

Abstract here attention is given to the promotion of a sign and symptom that often becomes meaningless for those who evaluate the cause of an accident. Are discussed sleep disorders with emphasis on sleep deprivation and the syndrome of obstructive sleep apnea. It is justified why the need for sleep, as it arises and that produces effects in the body. Workers, bosses, business, engineering service safety and occupational medicine are aware of the dangers and consequences of long hours, overtime and shift changes at work.

Como posso regular a alimentação, repouso, necessidades biológicas do indivíduo que opera uma máquina móvel extremamente perigosa para si, para o usuário, pedestre e a sociedade como um todo?

Dentro de uma fábrica com uma equipe de engenharia de segurança e medicina do trabalho torna-se mais fácil controlarmos os trabalhadores.

Difícil é controlar tais trabalhadores no que chamamos de “Indústria”. “do Transporte”. As dificuldades ocorrem de múltiplas formas desde a distribuição das máquinas nas ruas, avenidas, rodovias, a contenção do ruído, redução da vibração, da higiene ambiental, etc.

A repercussão do organismo do homem sobre o trabalho também se torna incontrolável tamanha são as condições que propiciam o risco de acidente.

A equipe de segurança e medicina do tráfego precisa voltar-se para os sinais e sintomas muitas vezes subjetivos, mas importantes na prevenção de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

Quantos acidentes são causados todos os dias pelo sono?

Quanto tempo é necessário para o indivíduo se recuperar de uma jornada de trabalho?

MOTORISTA É RESPONSÁVEL PELA SEGURANÇA DE TODOS. Nova Resolução 760 CONTRAN.

Em 1985 a Alemanha considerou o cinto de segurança a invenção mais importante do século.

Nova resolução traz a necessidade de uma sinalização sonora-luminosa para que o motorista identifique que não está sendo usado o cinto de segurança. Hoje alguns veículos já possuem tal dispositivo. 

O motorista é o responsável pela sua integridade física e das pessoas que o acompanham. 

A energia cinética no deslocamento de um veículo, quando ocorre frenagem brusca ou colisão, faz com que haja projeção de quem está no habitáculo para frente, para cima, lado ou para traz dependendo do tipo de impacto. 

Completando 60 anos de sua invenção, o cinto de segurança nos veículos ainda é a grande proteção no transporte. 

Quantas lesões deixaram de existir, quantos deixaram de serem ejetados do habitáculo e quantos traumas de face, de crânio, arcada dentária, tórax, lesão visceral, de coluna vertebral, de bacia deixaram de existir. Acreditamos que esse simples EPI trouxe a todos uma redução de 90% das lesões produzidas num acidente. 

Costumamos dizer que no transporte temos três tipos de colisões: 

1ª – Colisão 
Quando é absorvida a energia maior do impacto causando dano material. Deformidades da carcaça do veículo. 

2ª - Colisão 
Com as partes moles do transportado. Pele, subcutâneo, músculo, vasos, nervos e vísceras. 

3ª – Colisão 

É a de maior profundidade que atinge a estrutura óssea. 

O cinto de segurança de três pontos dá uma boa proteção a partes que antes do seu uso eram vulneráveis quer numa frenagem brusca ou desaceleração por colisão. 

Veja a proteção dada: 

Quadril - 100% 
Coluna - 60% 
Cabeça - 56% 
Tórax - 45% 
Abdome- 40% 

O não uso do cinto no banco traseiro permite que o passageiro ali alojado seja projetado para frente com a velocidade que estava o veículo no momento do impacto acoplado a sua massa física, indo de encontro ao encosto do banco dianteiro e de encontro à coluna cervical e crânio do motorista ou passageiro do banco dianteiro. Nesse caso passando a ser agente causal de lesões graves e muitas vezes gravíssimas, podendo ocorrer até lesão raquimedular com tetraplegia, parada respiratória seguida de parada cardíaca. 

Não temos dúvida que a ausência do cinto de segurança no banco traseiro agrava lesões de quem está no banco dianteiro. Pode ainda ocorrer à ejeção através o para-brisa, o que quase sempre é igual a óbito. 

No Brasil, apenas 3 a 7% dos usuários de veículos usam o cinto no banco traseiro. 

Até 1999 não se usava tal equipamento em coletivos rodoviários, hoje são obrigatórios. 

Somente nos coletivos que transportam passageiros de pé não é obrigatório. 

Mesmo entendendo os benefícios do cinto temos visto aqueles que o desprezam no banco traseiro em veículos de passeio, táxis, caminhões e coletivos. Cabe a todos, motoristas e passageiros a conscientização dos riscos e a utilização desse equipamento de segurança como única proteção imediata na vigência de um acidente mesmo para aqueles que dispõem de “Air Bag”. 

A Indústria Automotora, diante da nova resolução, deverá equipar seus veículos com a nova tecnologia e o motorista sentir-se responsável por todos. 

Sugerido por 
Dr. Dirceu Rodrigues Alves Junior
Diretor da Abramet

Maio Amarelo - Nós somos o trânsito - Tema de 2018


NÓS SOMOS O TRÂNSITO

Com o mote “Nós somos o trânsito” o Movimento chega à sua 5ª edição e fomenta na sociedade discussões e atitudes voltadas à necessidade urgente da redução do número de mortes e feridos graves no trânsito. O tema foi discutido com a Associação Nacional de Detrans (AND) e foi apresentado em reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Assim como em 2017, o tema de 2018 propõe o envolvimento direto da sociedade nas ações e propõe uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a mobilidade. Trata-se de um estímulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.

De acordo com o OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária, os acidentes não acontecem, mas sim são frutos de escolhas inadequadas e arriscadas. Para José Aurelio Ramalho, diretor-presidente do OBSERVATÓRIO e idealizador do Movimento Maio Amarelo, 90% dos acidentes têm como motivação as falhas humanas como imperícia, imprudência e desatenção. “Somos os responsáveis pelos nossos atos no trânsito e ter consciência clara disso é um dos caminhos para a reversão do triste cenário não só do Brasil, mas de todo o mundo”, ressalta.

Para solicitar o logo do Maio Amarelo 2018, envie email para euapoio@maioamarelo.com ou em www.maioamarelo.com.

Abertura oficial

A abertura oficial da Campanha Maio Amarelo 2018 já tem data e local definidos: será no dia 26 de abril, em Campina Grande, na Paraíba. A cidade foi destaque em 2017 pelas diversas atividades desenvolvidas durante o Maio Amarelo e aceitou o desafio de fazer a abertura solene do Movimento pela primeira vez desde sua 1ª edição, em 2014.

Para Félix Araújo Neto, superintendente da STTP (Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos) do município, “o Maio Amarelo consagra importantes ações na desafiadora tarefa de educar para o trânsito. Desde sua criação, Campina Grande desenvolve projetos com muito carinho e atenção sempre buscando a melhor forma de comunicar os riscos e alertas aos cidadãos. Fomos Destaque 2017 e agora, com muito orgulho, aceitamos o convite para sediar a abertura deste grande evento nacional. Além da grande alegria pelo reconhecimento de nossas práticas e do nosso compromisso por um trânsito melhor, mais fluido e seguro, a honradez da escolha e o compromisso e responsabilidade de fazer ainda melhor”, frisa.

Premiação e encerramento

Já o evento de encerramento com a premiação “Destaques Maio Amarelo 2018” acontecerá no dia 28 de junho em Brasília, no Distrito Federal, e será sediado pela ABDER (Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem) e pelo DER/DF (Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal).

A premiação será dada às empresas, entidades do setor público e sociedade civil organizada que mais disseminarem os conceitos e práticas propostas pelo Maio Amarelo. As ações devem estar direcionadas à conscientização para a segurança no trânsito e o incentivo à mudança de comportamento de todos que transitam.

“Registro que sediar um evento desta relevância é expressar o comprometimento da ABDER e do DER/DF com a paz e a cidadania no trânsito. É importante ressaltar que, em 2017, o Distrito Federal reduziu de forma expressiva o número de acidentes, principalmente com gravidade e morte. A nossa utopia é zerar esses dados em Brasília e no Brasil”, diz Henrique Luduvice, diretor-geral do DER/DF e presidente da ABDER.


CONTEÚDO COMPLETO 2018






Fonte : Maio Amarelo

Maio Amarelo Atenção pela Vida

Logo

O MOVIMENTO MAIO AMARELO

O MOVIMENTO

O Movimento Maio Amarelo nasce com uma só proposta: chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.

O objetivo do movimento é uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil. A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos: órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para, fugindo das falácias cotidianas e costumeiras, efetivamente discutir o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige, nas mais diferentes esferas.





SOBRE A DÉCADA DE AÇÃO PARA SEGURANÇA NO TRÂNSITO

A Assembleia-Geral das Nações Unidas editou, em março de 2010, uma resolução definindo o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito”. O documento foi elaborado com base em um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milhão de mortes por acidente de trânsito em 178 países. Aproximadamente 50 milhões de pessoas sobreviveram com sequelas.


São três mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de trânsito são o primeiro responsável por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade; o segundo, na faixa de 5 a 14 anos; e o terceiro, na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes já representam um custo de US$ 518 bilhões por ano ou um percentual entre 1% e 3% do PIB (Produto Interno Bruto) de cada país.A


Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milhão de pessoas devem morrer no trânsito em 2020 (passando para a quinta maior causa de mortalidade) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A intenção da ONU com a “Década de Ação para a Segurança no Trânsito” é poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020.



O QUE É?

É um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito. O trânsito deve ser seguro para todos em qualquer situação.

OBJETIVO
Colocar em pauta, para a sociedade, o tema trânsito. Estimular a participação da população, empresas, governos e entidades


PORQUE MAIO ?

Em 11 de maio de 2011, a ONU decretou a Década de Ação para Segurança no Trânsito. Com isso, o mês de maio se tornou referência mundial para balanço das ações que o mundo inteiro realiza.

POR QUE AMARELO?

O amarelo simboliza atenção e também a sinalização e advertência no trânsito.

Fonte: maioamarelo 

Água que abastece comunidades do nordeste do Pará está contaminada por material tóxico


Água que abastece comunidades do nordeste do Pará está contaminada por material tóxico Instituto Evandro Chagas analisou amostras de água e confirmou o vazamento de rejeitos da da maior produtora de alumínio do mundo, a Hidro Alunorte, em Barcarena.


Licença Padrão do Youtube

Semana Nacional do Trânsito de 18 a 25 de setembro — Dia do Trânsito (Vídeos)






VEJA OS VÍDEOS














O HOMEM E A MULHER NA DIREÇÃO VEICULAR. QUAL A DIFERENÇA?



Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior
          

Não só as diferenças físicas entre o sexo masculino e feminino justificam o desequilíbrio comportamental. O metabolismo, a agilidade, os atos impensados, a pressa, a orientação espacial, a necessidade de impor condições, de se julgar o dono do mundo são alguns fatores que dissocia o comportamento do homem e da mulher.

Diferenças comportamentais do universo masculino e feminino fizeram com que pesquisadores da University of Virginia atrelassem o fato a condições genéticas e a ação dos estrogênios.

O hemisfério direito do cérebro é emotivo e o esquerdo analítico. Na mulher parece haver uma conexão maior entre esses hemisférios daí talvez atitudes mais seguras, mais bem direcionadas, melhor analisadas.

O cérebro masculino é cerca de 10% maior que o feminino o que não significa melhor desempenho intelectual já que os testes de QI (Coeficiente de Inteligência) são semelhantes.

Os homens são mais rápidos no raciocínio matemático e espacial enquanto as mulheres são melhores com as palavras, com as relações humanas. Não temos dúvida que isso é uma verdade.

Julgamos o homem mais genérico, pouco analítico e pouco emotivo nas atitudes e execução de tarefas. Já as mulheres mais analíticas, detalhistas e emotivas executando tarefas com prévio planejamento e segurança.

Na direção veicular vemos esse comportamento presente. O homem ativo, austero, exigente, dominador, agressivo, imediatista, irritado enquanto a mulher passiva, cautelosa, paciente, tranquila.

A agilidade, a pressa, muitas vezes a compulsão para velocidade são fatores presentes no universo masculino. Daí podermos entender que o homem na direção veicular tem todos os componentes para a sinistralidade. Observe que os acidentes são de médio a graves, quase sempre com vítimas. Já com as mulheres temos mais frequentemente os acidentes leves, sem vítimas, com pequenos danos materiais.

Quem seria o melhor motorista? O homem ou a mulher?

Não tenho dúvida em afirmar que a mulher desenvolve essa atividade com melhor habilidade e qualidade que o homem. Afirmo isso tendo em vista a grande sintonia entre o hemisfério cerebral que é analítico e o que é emotivo, daí existir contenções para execução de tarefa com risco. Ela é portadora de todo o perfil ideal para execução dessa tarefa. Basta vermos os dados estatísticos de acidentes de trânsito que vamos concluir que a mulher é dotada de características próprias para enfrentar a direção veicular e o trânsito.

É ela que mais respeita a sinalização, raramente comete ato inseguro e se sai muito bem diante de condição insegura.

Já o homem, de raciocínio rápido e com boa orientação espacial é capaz de exageros com relação à agilidade, o respeito à sinalização, torna-se mais competitivo, detém uma direção ofensiva e chega ao acidente de média e grande proporção com muito mais facilidade.

A mulher, pelo que apresentamos é realmente mais lenta com relação à orientação espacial, mas isso não desvaloriza a seguridade que ela porta e por isso a caracterizo como uma excelente operadora de máquina sobre rodas.

           Principais diferenças:

HOMEM
MULHER
STATUS, PODER
NECESSIDADE
EXIBICIONISTA
HUMILDE
NEGLIGENTE, IMPRUDENTE
PRUDENTE, SEGURA
SEM MEDO
MEDO
NÃO CAUTELOSO
CAUTELOSA
ESQUECE A SEGURANÇA
SEGURA
ACIDENTES MÉDIOS E GRAVES
ACIDENTES LEVES
COMPULSÃO PARA VELOCIDADE
SEM COMPULSÃO
IMPACIENTE
PACIENTE
ESTRESSE RÁPIDO
CHEGA AO                            ESTRESSE EM LONGO PRAZO
AGRIDE
NÃO AGRIDE
INTOLERANTE
TOLERANTE
NÃO USA A DIREÇÃO DEFENSIVA
USA DIREÇÃO DEFENSIVA

                          Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior.
                Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego 
                                                       Ocupacional da ABRAMET                                      
              www.abramet.com.br
                       dirceurodrigues@abramet.com.br





Abramet alerta para risco de retrocesso da segurança no trânsito em campanhas eleitorais

Abramet alerta para risco de retrocesso da segurança no trânsito em campanhas eleitorais



A Associação Brasileira de Medicina de Tráfego enxerga com preocupação o tom das campanhas eleitorais que disseminam o conceito de “indústria da multa”, ao mesmo tempo em que prometem mudanças nas medidas de redução de velocidade e fiscalização das vias. A Abramet considera retrocesso qualquer aumento das velocidades veiculares e reconhece o conceito de “Indústria da multa” como falta de informação sobre o Código de Trânsito Brasileiro e os compromissos do Brasil com a redução do número epidêmico de acidentes. 

Um destes compromissos é o objetivo proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) de reduzir em 50% o número de mortes no trânsito até 2020, o patamar anual está em 1.25 milhões de mortes relacionadas ao trânsito (Dados da OMS, Organização Mundial de Saúde). A Abramet considera que para a meta ser alcançada, é necessária a mudança radical na cultura da mobilidade, não só do motorista, pedestres e ciclistas, mas também dos governantes e da iniciativa privada de nosso país. É preciso colocar em prática a execução do Código de Trânsito Brasileiro que data de 1997, quando determina a “Educação de Trânsito” nas escolas. 

Educação continuada (Abramet), formação de condutores, campanhas permanentes, policiamento ostensivo, participação da sociedade, fiscalização e punição precisam ser revigorados. 

Apesar das multas os fatores velocidade excessiva, álcool, drogas, fadiga, sono e desatenções continuam sendo causadores de acidentes.

Necessitamos de uma imunização de curto prazo em que a fiscalização deve ser forte e a punição para infratores severa. Em longo prazo, atuando na mudança da cultura, com educação de trânsito, a necessidade real de utilização de equipamentos de segurança e outros conhecimentos que amadurecerão nossos jovens e aos 18 anos de idade teremos novos cidadãos, conscientes, responsáveis, conhecedores dos limites da máquina sobre rodas, do respeito mútuo e à própria vida.

No cenário brasileiro, São Paulo observou amadurecimento nas regras de trânsito e maior assertividade na fiscalização. Dados anuais comparados mostram redução no número de acidentes e vítimas (CETSP – Parcial 2016), especialmente entre os usuários mais frágeis: os pedestres. Isto é possível através de ações que extrapolam o limite de administrações e partidos, ações como obrigatoriedade do uso do cinto de segurança no banco dianteiro e traseiro, do uso de cadeirinhas, das medidas inclusas na Lei Seca, as reduções de velocidades permitidas nas vias e maior fiscalização do trânsito para identificar infratores, ações recomendadas pela Abramet, profissionais de Saúde e Medicina de Tráfego, e por entidades internacionais como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas (ONU).

Tais resultados significam vidas salvas, menor número de sequelas e menor gasto público com vítimas de trânsito, é o entendimento da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego que os candidatos devem buscar apelo eleitoral sem colocar em risco os avanços atingidos na mudança da cultura do trânsito e no aumento da segurança no trânsito.



Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior

Violência no Trânsito - Vídeo Entrevista




Publicado em 13 de jul de 2016

VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO é o tema de hoje com o nosso convidado Dr. Dirceu Rodrigues Alves Junior, Chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional e Diretor da ABRAMET.


Fonte : Padrão do Youtube






É Tempo de Festas, Férias, Viagens e Direção Defensiva nas Estradas

Ultrapasse somente um 
veículo de cada vez! Dessa 
forma você fica um tempo
mínimo na via contrária;

Em locais sem sinalização
só ultrapasse quando tiver
garantida a Regra
Fundamental de
Segurança no Trânsito:
Ver e Ser Visto!

Não ultrapasse em descida, pois todos os
veículos estão "ganhando velocidade"!

Cuidado ao ultrapassar. Além de observar se a via permite essa manobra, tenha certeza que o veículo da frente e também o de trás já não estão iniciando uma ultrapassagem. Confirme isso através dos retrovisores e sinais luminosos. 




 
Eco Harmonia