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Dia Nacional Contra Abuso Sexual de Crianças e Jovens é celebrado nesta quinta (18)

Direitos humanos

Disque 100 recebeu, em 2015 e 2016, 37 mil denúncias do crime com pessoas de até 18 anos. A maioria das vítimas eram meninas
Foto: Marcos Santos/USP ImagensA maior parte das denúncias é referente aos crimes de abuso sexual (72%) e exploração sexual (20%)
A maior parte das denúncias é referente aos crimes de abuso sexual (72%) e exploração sexual (20%)
Em 18 de maio é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data remete ao dia 18 de maio de 1973, quando a Araceli Crespo, de 8 anos, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta em Vitória (ES). Os agressores nunca foram punidos.
No Brasil, o Disque 100 e o aplicativo Proteja Brasil são os principais meios de denúncia dos crimes envolvendo crianças e jovens. Apenas em 2015 e 2016, 37 mil casos de denúncias de violência sexual na faixa etária de 0 a 18 anos foram recebidos pelo Disque 100. 
“Um País que não cuida das crianças não cuida de ninguém. Temos de lutar para que tenhamos um Brasil voltado para essa temática”, afirma a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois.
Apenas em 2016 foram 17,5 mil casos. A maior parte das denúncias é referente aos crimes de abuso sexual (72%) e exploração sexual (20%). As demais ligações estavam relacionadas a outras violações como pornografia infantil, sexting, grooming, exploração sexual no turismo, estupro.
Punição
No dia 8 de maio, o presidente Michel Temer sancionou duas novas legislações relacionadas ao tema: a Lei nº 13.440 /2017, que estipula pena obrigatória de perda de bens e valores em razão da prática dos crimes tipificados como prostituição ou exploração sexual; e a Lei nº 13.441/2017, que prevê a infiltração de agentes de polícia na internet com o fim de investigar crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes.

Mais de 7,5 mil crianças foram resgatadas do trabalho infantil desde 2014


Publicado em 26 de jun de 2015

NBR ENTREVISTA - 26.06.15: Desde janeiro de 2014, cerca de 7,5 mil crianças e adolescentes foram resgatados do trabalho infantil. O Brasil é o pais que mais reduz o número de vítimas do trabalho infantil, sendo modelo para a Organização Internacional do Trabalho (OIT) na erradicação dessa prática. Para falar sobre o assunto, o programa convida Alberto de Souza, chefe da Divisão de Fiscalização do Trabalho Infantil do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

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TDAH - MUITA, MUITA CONVERSA, MENOS, MUITO MENOS MEDICAÇÃO!! Terapia ao invés de medicação


Pessoas sempre foram e sempre serão diferentes entre si. Diferentes métodos e abordagens para conhecer e classificar esta diversidade continuam sendo praticados e oferecidos.
(...)
Tudo são filosofias e visões inclusivas,que buscam identificar as habilidades, qualidades e características de cada indivíduo e aproveitá-las da melhor maneira possível. Não uniformizar sob mesmos comportamentos e reações. Manter a diversidade, aprimorando as relações e o desempenho.



TDAH - MUITA, MUITA CONVERSA, MENOS, MUITO MENOS MEDICAÇÃO! Terapia ao invés de medicação!


Por Marise Jalowitzki
06.maio.2015
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/05/tdah-muita-muita-conversa-menos-muito.html


Por mais estranho que possa parecer para alguns, TDAH existe, sim.

Mas, são características-sintomas, não uma doença.
Notem que nem a classe médica chama de "doença" e, sim, transtorno. A alegação é que "não é doença porque não tem cura"!

Entretanto, até agora, uma anomalia notadamente neurológica, não foi devidamente comprovada. E, mesmo nos experimentos em ratos, a capacidade de retorno, apenas algumas horas após, sequer foi considerada pelos pesquisadores.

Pessoas sempre foram e sempre serão diferentes entre si. Diferentes métodos e abordagens para conhecer e classificar esta diversidade continuam sendo praticados e oferecidos.

Pessoas procuram entender-se (e entender àqueles aos quais querem bem e, em uma extensão maior, a todos com quem interagem).

Assim, alguns fazem terapia com psicólogos. Diferentes abordagens estão à disposição nesse processo de autoconhecimento:
- fenomenológica ou humanista - abarca o indivíduo através de sua história e a influência dos acontecimentos em sua vida.
- cognitivo-comportamental - parte de um princípio de que o indivíduo precisa se conectar com o meio em que se insere, e procura, assim, dotar o cliente-paciente de condições de responder com comportamentos previsíveis-esperados nos ambientes onde ele convive.
Também a abordagem Junguiana (que utiliza os sonhos do indivíduo) e a Análise Transacional, que cuida da criança e do adulto e suas relações intra e interpessoais.

O mapa natal, na astrologia, 'diagnostica' pelo signo (data de nascimento + meridiano do local) e suas características. Muitas empresas utilizam tais conhecimentos. Um Banco forte no país contratou um astrólogo aqui da região metropolitana, todos os meses, para, a partir das características de cada signo, aprimorar produtividade e convívio.

A PNL - Programação Neurolinguística classifica como visual, auditivo ou cinestésico, sendo as pessoas identificadas pela capacidade de absorver informações e perceber circunstâncias, e direcionadas para diferentes atividades e-ou profissões onde, com aquelas características, melhor se adequem.

Várias linhas estudam as pessoas sob 4 grupos, comparando às lições dos 4 Elementos - Terra, Fogo, Água, Ar, incluindo as pessoas, sob este prisma, também para aproveitamento segundo suas capacidades naturais. Eu mesma trabalhei por anos em eventos de Desenvolvimento Pessoal, de Equipes, Gerencial e de Lideranças - Os Quatro Perfis no Ambiente de Trabalho.

Também há a ótica do Gollemann e as Inteligências Múltiplas.
A Noergologia.
EFT.
Memória Akashica.
E várias outras abordagens.
Tudo são filosofias e visões inclusivas,que buscam identificar as habilidades, qualidades e características de cada indivíduo e aproveitá-las da melhor maneira possível. Não uniformizar sob mesmos comportamentos e reações. Manter a diversidade, aprimorando as relações e o desempenho.


Aí, chega uma tremenda propaganda sobre o "quick and easy" - "ligeiro e fácil" e a onda da medicalização pega. Esta 'abordagem' medicamentosa prega que com um 'comprimidinho mágico' tudo se resolve (e melhor: rapidinho!) e, ponto! E pronto! Passa-se a ver nos psicotrópicos a "transformação" que "precisa" acontecer para que todas as crianças pensem igual, ajam igual, sintam e reajam igual! Ocorre o mesmo com os seres humanos adultos!

Vários adultos (crianças humilhadas no passado) hoje lamentam "não ter sido medicadas na infância! Nem sabem o que dizem! Crianças com 2, 3 anos, atualmente, estão a receber psicotrópicos em seus corpinhos em desenvolvimento, com consequências que nenhuma farmacêutica se dispõe a divulgar. Nem as clínicas. Nem a mídia.

Não dá certo! Nunca dará!

Sim, existe hoje uma pressão bastante grande para identificar "transtornos" e medicar.

Torço para que todos os pais consigam a calma necessária.
Na maioria das vezes, após os exames feitos em uma criança, o diagnóstico confirma TDAH.
Medicar ou não medicar. É preciso seguir o coração.
Ainda que seja assim é preciso lembrar que há outros tipos de tratamentos. E que a primeira intervenção deve ser a terapia, e não a medicação. A segunda intervenção tem de ser uma conjugação de esforços da família + escola + terapeuta. 

Não é correto, nem justo, nem procedente que a responsabilidade recaia sobre os ombros da criança.

Também as questões de 'herança' genética estão sendo cada vez mais contestadas, deixando para as influência do meio, as exigências do meio, as cobranças do meio, a maior responsabilidade.


Uma criança nasce considerando-se amada e digna de receber Amor. O que faz com que mude de percepção e sentimento, são as ações dos adultos sobre ela, seus julgamentos, críticas, a não aceitação.

E, caso a mãe ou o pai efetivamente sentir que a criança precisa de algum reforço medicamentoso, importante consultar um homeopata, informar-se sobre os florais.
Também o Reiki, massagem, rever a alimentação (o menos industrializada possível), retirar os eletrônicos do quarto, monitorar as horas que a criança usa os eletrônicos na sala, tudo ajuda!
Passeios ao ar livre, um animalzinho pet. Folhagens dentro de casa para absorver os venenos no ar.

E, mais do que tudo, Amor.
Amor é que proporciona ao(a) pequeno(a) saber-se aceito e querido, o que só faz aumentar a confiança em si. E a confiança que ele sente dos pais para com ele é fundamental para sua Autoestima.
Não permita que o medo cegue a sua compreensão!
Vai dar tudo certo!


O medo é o caminho para o lado obscuro.
Medo leva à raiva.
A raiva leva ao ódio.
Ódio leva ao sofrimento.
Fear is the path to the dark side.
Fear leads to anger.
Anger leads to hate.
Hate leads to suffering.

 
Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br
www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br
www.decrescimentofeliz.blogspot.com.br


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Fonte: Compromisso Consciente

Vídeo - Seminário de Trabalho Infantil

Publicado em 10/10/2012
Depoimento apresentado no Seminário Trabalho Infantil, Aprendizagem e Justiça do Trabalho, no dia 10 de outubro de 2012.
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O Tribunal Superior do Trabalho apresenta documentários sobre o tenista Marcelo Saliola, Gedeão Andrade dos Santos e a Deputada Benedita da Silva sobre trabalho infantil. Os depoimentos foram exibidos no Seminário de Trabalho Infantil realizado entre os dias 9 e 11 de outubro de 2012, pelo TST.
Licença : Licença padrão do YouTube

Crianças produziam carvão com restos em lixão



Crianças recolhem pedaços de madeira em lixão em Santarém (PA)
Foto: Divulgação / MPT 
Meninos e adolescentes vítimas de trabalho infantil foram encontrados catando e queimando pedaços de madeira em área com metano, que é inflamável
Daniel Santini, da Repórter Brasil
Em uma ação conjunta realizada no final de outubro, representantes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) flagraram crianças e adolescentes recolhendo madeiras para produzir carvão dentro de um lixão em Santarém, no Pará. Calçando apenas chinelos, os meninos reuniam tocos e ripas com farpas e pregos enferrujados e os agrupavam para incineração bem no meio do terreno. A queima acontecia em uma área com alta concentração de metano, gás inflamável resultante da decomposição do lixo.

 “Foram encontradas crianças de menos de dez anos de idade produzindo carvão de maneira primitiva. Não estamos falando daquelas casinhas tipo iglu, mas de carvão fabricado no chão mesmo. Este carvão era produzido dentro de um lixão onde há decomposição de resíduos orgânicos, o que é um agravante. Há risco altíssimo de explosão”, explica o procurador Allan Bruno, do MPT de Santarém.

O lixão de Santo André funciona há décadas como ponto de descarte não somente de lixo, mas também de entulho de construções e de resíduos de serrarias e madeireiras. O despejo de materiais teve início com um buraco aberto no passado, preenchido com toneladas de dejetos. A preocupação das autoridades em relação a explosões tem fundamento. Em outubro de 2010, incêndio relacionado à produção irregular de carvão assustou moradores do bairro.

MTE Reúne referências sobre Trabalho Análogo ao Escravo

Publicado por RHevista RH - quinta-feira 16 de fevereiro de 2012 - às 11:08
Brasilia, 15/02/2012 – Com o objetivo de contribuir com o trabalho de estudiosos e pesquisadores que se interessam pelo tema trabalho escravo, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) disponibilizou em seu site a publicação “Trabalho Escravo em Retrospectiva: Referências para Estudos e Pesquisas”.
Elaborado por técnicos da Secretaria de Inspeção do Trabalho, do MTE, o material reúne referências históricas e bibliográficas, dentre elas, a cronologia de fatos e atos relativos ao trabalho escravo rural e a criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM). Também apresenta sugestões de textos, artigos, dissertações livros e vídeos alusivos ao tema.

Crack vira moeda de troca em carvoarias do Brasil

Entrevista com Daniele Correia Santa Catarina, procuradora do Ministério Público do Trabalho no Espírito Santo e representante da Coordenadoria Nacional de Combate ao Trabalho Escravo no Espírito Santo.

 
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